O Alto Preço dos Julgamentos - Carlos Veiga JR.
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preço dos julgamentos

O Alto Preço dos Julgamentos

O Preço que você paga pelos Julgamentos

É por meio do alto preço dos julgamentos que alimentamos a culpa em nós mesmos porque estamos fazendo julgamentos constantemente, e o fazemos sem nos dar conta, colorimos de boas e más as coisas, e quando fazemos isso caímos automaticamente no inferno. O inferno é um estado mental, não é nenhum lugar, assim como o céu.

UCEM nos diz que “o inferno é o estado mental de estar fazendo julgamentos constantemente”, e segue, “o dia do juízo final não é o dia em que Deus vai repartir  premios e castigos, e sim o dia em que não houver mais juízos”.

Quando deixarmos de julgar já não jogaremos mais o jogo da culpa, e em vez disso começaremos a compreender, porque nossos pais não souberam ou não puderam fazer melhor com a informação que receberam.

Nós não temos autorização para julgar ou condenar ninguém, todas as coisas tem uma razão de ser, o acaso não existe, o universo está absolutamente equilibrado, para uma pessoa que se sente vítima o universo sempre encontrará outra que lhe dê um castigo.

Preço dos julgamentos: sentindo-se a vítima

O preço dos julgamentos é mais sentido quando nos colocamos como vítimas. Sentir-se vítima é a vibração mais pobre que existe, é implorar aos anjos que busquem e encontrem um carrasco. O que chamamos de realidade externa existe para confirmar nossas crenças, nada mais, se acredito que sou vítima, a realidade fará de tudo para me dar razão, sem julgar se é bom ou não, porque o campo quântico não julga, apenas entrega o foco da nossa atenção.

Para sentar na cadeira da vítima é simples, é só apontar o dedo para fora.

Se formos honestos poderemos reconhecer que não temos nenhuma ideia de todos os fatores que estão envolvidos em cada situação.

O perdão é o antídoto do julgamento, todavia, não o perdão ao qual estamos acostumados, este de perdoar porque sou uma boa pessoa e quero um lugar no céu. O perdão genuíno nada tem a ver com esta falsidade, o verdadeiro perdão é a compreensão de que não há nada a perdoar, tudo é perfeito aos olhos da Criação, é a forma de experimentar a si mesma para poder conhecer-se através do seu oposto. O amor só pode saber que é amor quando experimenta medo.

Uma das coisas que acontece em nossa sociedade com a tecnologia de que dispomos hoje é que julgamos com muita facilidade, acreditamos em tudo que nos dizem e, fazemos julgamentos sem nenhum conhecimento de causa, pior, seguimos muito tranquilos quanto a isso.

UCEM nos diz: “eres muito tolerante com teus devaneios”

Desta forma não somos capazes de entender para que nos acontecem certas coisas. Se fossemos conscientes de que nossos pensamentos e julgamentos criam forma no campo quântico realmente prestaríamos mais atenção a quantidade de lixo mental que produzimos todos os dias, lixo que caberá a cada um limpar de sua própria consciência, porque nossos julgamentos são nossa própria condenação.

 

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