Você sabe por quê tem pensamentos negativos? - Carlos Veiga JR.
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pensamentos negativos

Você sabe por quê tem pensamentos negativos?

Vivemos em um universo feito de informação e energia e é neste ambiente que nosso cérebro funciona com suas redes neuronais por onde circulam estas informações.
Cada cérebro humano é uma antena emissora/receptora de como quer viver sua vida, um poder imensurável, pouco compreendido e, na maioria das vezes, não utilizado para obter os resultados positivos que esperamos de nossas ações.
Ao contrário do que pensamos, nosso cérebro não é capaz de criar pensamentos, porque a matéria não tem esta capacidade. O que chamamos de “pensar” seria algo parecido com captar sinais de rádio de uma emissora. Os médiuns são capazes de captar sinais de frequências que já deixaram este planeta porque nenhuma informação se perde no campo, jamais.
Sabemos que todos os sinais, de todas as emissoras, estão “no ar”, entretanto só captamos aqueles aos quais sintonizamos nossos aparelhos de TV ou rádio. Conosco se passa exatamente igual, captamos apenas os sinais que estão sintonizados com nosso “aparelho cerebral” através de filtros chamados crenças (aquilo em que acreditamos, ou depositamos nossa fé). São os códigos pessoais que cada pessoa leva consigo.
Quando estamos focados no nosso sistema de crenças negativo, códigos baseados em medo, abrimos o canal para este tipo de ondas chegar.
Sabemos que uma mensagem de whatsapp destinada a um aparelho não é recebida por outro em função dos códigos de fábrica de cada aparelho, embora todas as mensagens estejam viajando por todas as partes.
Todas as informações estão disponíveis mas recebemos apenas o que está de acordo com nossos códigos de crenças, o que está em sintonia conosco.
No universo, os sinais jamais são interrompidos e como estamos constantemente ligados à estação emissora porque fazemos parte deste universo, acabamos nos identificando com os sinais que captamos (é a voz na cabeça que nunca para) e acabamos acreditando que somos esses sinais, ou essa voz.
O que faz com que uns “pensem” determinadas coisas e outros “pensem” outras bastante diferentes, como dissemos anteriormente, são as diferenças entre as crenças que cada “cérebro” traz de fábrica. Temos um cérebro codificado por informações das gerações anteriores, crenças dos nossos pais, avós, bisavós, tataravós, etc.
Além destas crenças “de fábrica” também vamos criando novas crenças a medida em que vamos formando nossa personalidade.
Somos canais de recebimento de informações. Sabemos que existem muitos canais de TV, e o fato de sintonizarmos em um canal específico não significa que as outras emissoras deixaram de transmitir, é apenas uma questão de sintonia.
Quando falamos em cérebros podemos esquecer daquela imagem tradicional, com aquelas dobras e circunvoluções. Este é apenas um dos cérebros do corpo, existem outros dois.
Há um segundo cérebro com uma extensa rede neuronal no intestino, onde é produzido 80% do hormônio serotonina, o hormônio da alegria.
Por fim, existe um terceiro cérebro, o mais potente dos três que é o coração. O coração é o primeiro órgão que surge no embrião, é a porta de entrada de todas as outras informações.
O campo eletromagnético do coração é cinco mil vezes mais potente que o campo eletromagnético do cérebro “da cabeça”, por esta razão, ele transmite e recebe informação de uma maneira surpreendentemente mais eficiente que os outros dois cérebros.
Esta é a principal razão pela qual o universo sincroniza nossas experiências em função dos nossos sentimentos e emoções, e não em função dos nossos pensamentos. É o coração que capta e envia informações com maior eficiência e poder, é ele que determina que tipo de realidade estamos atraindo para nossas vidas.
Segundo os neuro cientistas temos um cérebro flexível e maleável, com uma plasticidade neurológica incrível, e somos capazes de modificar as antigas informações que recebemos alterando nossos circuitos neurológicos em até duas horas, simplesmente mudando a forma de perceber e interpretar o que nos rodeia.
Ao dar outro sentido às informações, literalmente nos tornamos outras pessoas, com uma nova rede neuronal.
Mas como mudar a forma de ver, perceber e interpretar o que nos rodeia?
Através do perdão!
Mas não o perdão ao qual estamos acostumados, o perdão da boca para fora, o famoso “perdoo mas não esqueço”.
Falamos do perdão genuíno, que significa não ver mais o erro no outro, não importando o que o outro faça.
É esta a maneira mais rápida e eficiente de mudar nossa realidade.
É simples? Sim!
É fácil? Não!
Caminhos fáceis não levam longe.
Estimulamos a todos que utilizem estas informações para criar a paz interior que depende deste tipo de perdão, a paz que desejamos ver no mundo. As escrituras dizem que é dando que se recebe, e esta é uma Lei universal impossível de se corromper. Se eu quero paz, primeiro devo dar paz e, para dar paz, devo estar em paz.
Este é o maior poder que nos foi dado pela Fonte Criadora, o poder de escolher e, substituir um velho ódio, por um novo amor.
1Comment
  • Cecilia
    Postado às 00:17h, 18 abril Responder

    Como você disse : É simples ? Sim . É fácil ? Não. Só perdoando para estar em paz.
    A novidade maior deste texto é refletir sobre o coração como o campo eletromagnético cinco mil vezes mais potente que o cérebro. Quanto ao intestino sendo o segundo cérebro já tinha ouvido falar, mas ainda estou gatinhando pois de colite ulcerativa passei a Doença de Crohn e que recentemente descobri que se intensificou desenvolvendo Espondiloartrite.
    Tenho muito que ler e treinar. Bjs

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