A auto-desvalorização como causa da osteoporose - Carlos Veiga JR.
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auto-desvalorização

A auto-desvalorização como causa da osteoporose

A auto-desvalorização como causa da osteoporose

Como qualquer sintoma físico, a osteoporose é uma solução biológica a um conflito mental. Em se tratando de aparelho locomotor, o conflito é sempre de auto-desvalorização.

Os sistemas osteoarticulares, assim como o cardiocirculatório, são do folheto embrionário chamado Mesodermo Novo, e seus conflitos sempre estão ligados a este tipo de questão.

É um conflito vivido mais no feminino do que no masculino porque a imposição da questão estética pesa sobre as mulheres de forma mais cruel do que sobre os homens. Biologicamente, um homem necessita “ver” sua mulher bonita e uma mulher precisa “sentir” seu homem bonito.

São percepções distintas, e no caso da osteopenia (termo técnico) ou osteoporose (termo vulgar), as mulheres se desvalorizam com mais frequência e intensidade.

Osteoporose: porque você se desvaloriza tanto?

Gostaria de ressaltar que, na osteoporose, o grau da desmineralização óssea é exatamente proporcional ao grau de desvalorização que vive a mulher, ou seja, quanto mais desvalorizada mais desmineralizada. Além disso, a desvalorização é apenas perceptiva e nunca real.

Uma mulher para sofrer com osteoporose não necessita estar desvalorizada, precisa simplesmente sentir-se assim.

Investigando e encontrando a causa emocional dessa desvalorização é possível, num primeiro momento, deter este processo de perda da matriz óssea e em um segundo momento, com a tomada de consciência, dar o passo decisivo na cura da enfermidade mental.

O corpo simplesmente seguirá a cura da mente.

OBS: O Gerenciamento BioEmocional é um método que investiga as origens emocionais dos conflitos que experimentamos durante a vida, sejam eles manifestados através de sintomas físicos ou não. Não encorajamos nenhuma pessoa a desistir de orientações ou tratamentos médicos.

7 Comentários
  • Lauro Henrique Alves Pinto
    Postado às 01:23h, 29 junho Responder

    Muito bom, como sempre, meu amigo. Continue mandando essas mensagens.
    Grande abraço,

    Lauro Henrique

    • Carlos Veiga Jr.
      Postado às 10:50h, 11 novembro Responder

      Muito obrigado Lauro. Continue nos acompanhando que vem muita coisa boa por aí. Grande abraço

  • elane
    Postado às 12:29h, 24 julho Responder

    mas e a questão genética?
    Abraço

    • Carlos Veiga Jr
      Postado às 17:29h, 03 setembro Responder

      Obrigado pela pergunta Elane, do nosso ponto de vista o que se herda são as crenças e comportamentos e não as doenças. Se uma mulher tem um câncer de mama, sua filha tem um câncer de mama e sua neta também, para nós isto nada tem a ver com genética (o corpo sempre tende à cura) tem a ver com as repetições de condutas e manutenção de crenças limitantes.

  • Fabiana
    Postado às 12:10h, 21 agosto Responder

    Gostaria de saber como tratar especificamente

    • Carlos Veiga Jr
      Postado às 17:33h, 03 setembro Responder

      Obrigado pela pergunta Fabiana, se você leu o texto atentamente saberá que não lidamos com nenhuma forma de tratamento. O que o método propõe é identificar a origem emocional dos sintomas para que a mente se cure. Em muitos casos, quando a pessoa se livra da antiga forma de ver e perceber seu entorno (principalmente o familiar), o estresse desaparece e, o inconsciente biológico não necessita mais manifestar o sintoma como aviso de que algo anda mal na mente.

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