As Emoções são a Origem de Todas as Doenças? - Carlos Veiga JR.
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origem de todas as doenças

As Emoções são a Origem de Todas as Doenças?

Todas as doenças são emoções não resolvidas? Sim. Agora vamos entender por quê.  Todas as doenças são necessidades biológicas não atendidas e as necessidades biológicas são:

  • Sobrevivência (ar, hidratação, alimento e procriação).
  • Proteção.
  • Valorização pessoal.
  • Relações interpessoais.

Se isto é assim, e isto é assim, então temos que avaliar o que é uma necessidade não atendida. As emoções são biológicas e são características de todos os mamíferos, incluindo nós, que somo primatas de 1ª ordem.

São elas: alegria, tristeza, medo, raiva e asco.

Uma necessidade biológica não atendida é um drama ou conflito que surge na mente dos humanos a partir de um julgamento (ataque mental) que desencadeia e desemboca em uma emoção.

Entre os animais (outros mamíferos) isto não acontece assim porque as emoções são momentâneas e circunstanciais, dependem exclusivamente do que está acontecendo, os animais só vivem no presente e não fazem julgamentos, mas entre nós isto não é assim.

Nós humanos geramos estados emocionais não só a partir de situações concretas ou eventos reais, mas também a partir de interpretações, reinterpretações e julgamentos que nada tem a ver com fatos concretos e muito menos com evidências.

Fantasiamos, inventamos histórias e criamos fatos mentais com muita facilidade e passamos a vivenciar estas interpretações como se fossem reais quando não passam de percepções interpretadas, inverdades que contamos para nós mesmos e para os demais.

Nós não vemos o mundo como ele é, vemos o mundo como nós somos.

Portanto nossos estados emocionais brotam de percepções distorcidas da mente que interpreta através de julgamentos, sem os julgamentos não é possível emocionar-se nem manter a emoção que domina o corpo.

Para sermos mais exatos, todos os estados emocionais surgem apenas de um conflito principal:

NÃO ESTÁ SAINDO DO MEU JEITO.

Ou alguém está fazendo algo que eu não gostaria que fizesse, ou não está fazendo algo que eu gostaria que fizesse. Não pode ser outra coisa, todas as doenças têm este mesmo viés.

Quando as emoções se prolongam, no tempo, através dos julgamentos elas criam distorções no sistema nervoso central que não está preparado para sustentar o estresse por tempo prolongado ou indeterminado, que no caso dos humanos pode durar horas, dias, meses, anos, décadas ou mesmo toda uma vida.

Qualquer estresse vivido pela mente ativa o sistema adreno-corticotrófico que produz cortisol, adrenalina e noradrenalina, os hormônios do estresse, algo extremamente importante quando se trata de lutar ou de fugir de predadores ou ameaças reais.

Hoje os predadores não são mais as feras da natureza, são predadores simbólicos que podem estar representados por maridos, mulheres, pais, filhos, patrões, chefes, empregados, governo, etc. Não por acaso o símbolo da Receita Federal é um leão.

Quando perpetuamos um estado emocional por um julgamento o cérebro entende que estamos diante de um estresse de luta fuga e mantém grandes quantidades de hormônios do estresse circulando o que paralisa todos os outros sistemas de crescimento e cicatrização do corpo.

Nosso corpo está preparado para recuperar os tecidos danificados e cicatrizá-los. Porém, quando o sistema luta-fuga está ativado isto não acontece e adoecemos. Esta é toda a história,

O que chamamos de doenças são Programas Especiais da natureza com pleno sentido biológico e coerência, são adaptações aprendidas pelas células ao longo de bilhões de anos. Ao negligenciar um sintoma tomando um medicamento sem investigar que necessidade biológica não está atendida estamos correndo um grande risco de apagar um alarme do corpo de que algo anda mal na mente.

Com isso não estamos dizendo que não se tome medicamentos, nem muito menos que não consultemos um médico, estamos afirmando que ao não observar os sinais do corpo em forma de sintomas corremos um risco de tornar crônicas enfermidades que poderiam ser eliminadas compreendendo PARA QUE adoecemos, e não POR QUÊ.

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