O poder do pensamento na criação da vida que deseja - Carlos Veiga JR.
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o poder do pensamento

O poder do pensamento na criação da vida que deseja

Por que criamos o que não queremos ou encontramos com aquilo que não queremos? Porque desconhecemos o poder do pensamento na criação da realidade que desejamos.

Mais de 96% do que projetamos é a partir da mente inconsciente, justamente por isso experimentamos muitas situações que consideramos impróprias, desagradáveis ou inconvenientes.

Isto nos leva imediatamente ao impulso de descartar a ideia de que tudo que nos ocorre é responsabilidade nossa, porque de fato, é contra intuitivo criar algo que não se quer.

Como eu posso ser responsável por isto, se isto é exatamente o contrário do que eu quero? Neste artigo, vamos responder essa pergunta e mostrar como você pode usar o poder do pensamento para criar a vida que realmente deseja.

O Poder do Pensamento e a mente dual

Tentar resolver as coisas a partir da perspectiva da dualidade (dois) é falhar no impossível.

A chance que temos de mudar do paradigma de que somos o efeito do que vemos fora, para o paradigma de que somos a causa do que vemos fora, é desenvolver a consciência de unidade, uma mente Advaita, a mente que não vê separação, a mente não 2.

Estamos falando de assumir a responsabilidade em aceitando que somos a causa e não o efeito.

Quando falamos em aceitação não estamos nos referindo a aceitação como resignação, estamos falando em aceitação como rendição, e são coisas muito distintas, a primeira nos leva ao rancor e aos ressentimentos, a segunda nos conduz gentilmente à liberdade.

A partir desta perspectiva fica mais fácil entender que conscientemente queremos algumas coisas, mas, inconscientemente queremos resolver muitas outras, principalmente dramas e dores familiares.

Nós somos os seres que decidiram vir a este mundo para reinterpretar o que foi experimentado com raiva, asco, tristeza e muito medo por nossos antepassados.

Passar por estas situações desagradáveis pode ser visto como uma cruz que Deus nos deu para carregar, pode também ser chamado de azar, má sorte ou coisas do gênero.

Mas, no fundo, estas circunstâncias são bençãos que damos a nós mesmos para recuperar o poder sobre nossos estados emocionais.

Assim, assumimos o comando consciente da nossa realidade, como pilotos e não mais como passageiros, compreendendo que existe um propósito mais elevado do que é possível ver com os olhos do corpo.

Um propósito de trazer o divino ao plano terrestre, trazer o céu à Terra, compreendendo que tudo é perfeito aos olhos da Criação e nós formamos parte da criação.

Todas as circunstâncias que vivemos são essencialmente neutras, desprovidas de sentido e significado em si mesmas.

Nós somos os seres responsáveis por dar significado e sentido a estas circunstâncias.

Não é possível tirar resultado positivo de algo que vemos como negativo, nem tirar resultado negativo de algo que vemos como positivo.

Tudo é uma questão de como estamos vendo, sentindo e interpretando.

Não vemos o mundo com o ele é, vemos o mundo como nós somos

Quando estamos distraídos atribuímos a responsabilidade dos eventos desagradáveis que nos acontecem a qualquer coisa ou pessoa que esteja “fora de nós”.

Quando estamos despertos sabemos que tudo é projeção da mente inconsciente, estamos criando a todo instante.

Julgar é muito mais fácil que investigar em si mesmo, é uma solução rápida e confortável.

Este tipo de pensamento nos faz procurar culpados a todo instante em uma autêntica paranoia.

Sem perceber, alucinamos constantemente quando começamos frases como:

“eu acredito que”

“eu penso que”

“eu acho que”

“eu creio que”.

Nos transformamos em “achistas” profissionais, muito convictos de nossas alucinações, tão convictos que estamos matando e morrendo por elas há séculos.

Todos nós queremos algum tipo de mudança em nossa vida, algo que entendemos que não vai bem, algo que deveria ser de outra forma, algo que não está saindo como gostaríamos que saísse.

Estes desejos e anseios estão em várias áreas do relacionamento humano, desde a saúde, passando pelas relações interpessoais até as questões sociais.

É fácil de evidenciar o que estamos conseguindo com esta forma de pensar, além de degradar o planeta, destruindo o solo, contaminando as águas e poluindo o ar.

Estamos perpetuando a fome, e a desigualdade, observando genocídios, guerras, êxodos e outras desgraças, impondo cada vez mais dor e sofrimento aos nossos semelhantes.

Existe um sistema de pensamento criado pela mente humana (MEDO), e existe o sistema de pensamento original da Fonte Criadora (AMOR).

Ambos são iguais em coerência, a diferença entre eles é que o primeiro é um engano inventado por nós, sedutor e muito convincente por certo, mas ainda assim é uma mentira, e o outro é a verdade que os olhos do corpo não podem ver.

O sistema de pensamento medo usa a dualidade como referência, e no 2 não se pode resolver nada, só se pode criar mais dor e sofrimento.

Com esta forma egoísta de ver o mundo acabamos nos esquecendo de que as mudanças verdadeiras só podem ser processadas no 1.

Tudo que se tenta resolver no 2 acaba falhando.

O que fazer?

Algumas coisas falham muito rápido e outras a médio e longo prazo e para evidenciar isso não é necessário ver os telejornais, basta observar a própria vida e o entorno.

É neste sentido que o 2 se tornou a armadilha mais perigosa da experiência humana, porque o 2 é mentira, só existe 1.

Quando insistimos em tentar resolver os problemas usando os padrões de pensamento da dualidade desistimos deliberadamente de assumir a responsabilidade pelos nossos pensamentos.

Além disso, pensamos que nossos pensamentos não vão a parte alguma, porém, todos eles criam forma em alguma realidade, nossos pensamentos estão constantemente criando futuros potenciais quânticos.

Quando uma pessoa faz a opção consciente de ver através da Consciência de Unidade sabe que todos conflitos só existem em sua mente, e em nenhum outro lugar.

Ao decidir ver desta outra forma, reconhece que cada um tem suas razões e que todos estão querendo amar ser amados.

Compreende que tudo é perfeito aos olhos da criação e que o verdadeiro e único perdão é saber que não há nada a perdoar.

Esta é a perspectiva salvadora e definitiva.

No teu irmão tu te perdes, no teu irmão tu te salvas.

A escolha é livre, a colheita é obrigatória!

1Comment
  • GABRIELA J.F.DE MELLO
    Postado às 18:04h, 02 agosto Responder

    .ESTOU MUITO FELIZ EM PARTICIPAR DO CURSO .TODAS AS EXPERIÊNCIAS QUE PUDE OUVIR ME ABRIRAM

    UM LEQUE DE INICÌO, PARA UM LONGO APRENDIZADO.

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