Câncer de mama: entenda o conflito emocional na sua incidência - Carlos Veiga JR.
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incidência do câncer de mama

Câncer de mama: entenda o conflito emocional na sua incidência

Câncer de mama: entenda o conflito emocional na sua incidência

O câncer de mama representa 1/3 de todos os cânceres diagnosticados no mundo hoje. Uma verdadeira epidemia que assola nossa sociedade. Atualmente 3% dos casos são diagnosticados em homens, o que seguramente tem a ver com a mudança de papéis entre homens e mulheres na modernidade.

Na última década a incidência de câncer de mama aumentou 80%. No Brasil, 57.120 casos foram registrados só em 2014. Se estima que aproximadamente 29 mil mulheres morrerão desta enfermidade em 2015.

Por outro lado, a biologia e a medicina parecem estar acordando para o papel dos estados emocionais das pessoas na incidência da doença. O mundo começa a se dar conta da importância do psiquismo nesta doença e nas enfermidades em geral.

Os seguintes casos reforçam este argumento:

A partir de suas observações da relação causa-efeito, uma advogada pode dizer a suas clientes quando terminam os trâmites do divórcio:

“Agora só não adquira um câncer de mama”.

Em Israel, segundo vários autores, há uma alta incidência desta enfermidade. O conflito permanente nesta zona do mundo trás um sentimento de perigo e de drama no ninho.

Nos Estados Unidos descobriu-se que as mulheres que tiveram câncer de mama reduzem em 60% a chance de reincidência se deram de mamar.

O conflito emocional e o seu papel no câncer de mama

Genericamente falando, o conflito das mamas tem a ver com proteção do ninho, entendendo “ninho” em todos os sentidos, desde o literal até o simbólico. As mamas são um órgão que não se presta a mulher, se presta aos filhos e aos homens.

Qualquer coisa que impacte uma mulher no que diz respeito a desproteção do ninho pode ativar um Programa Biológico Especial de Adaptação no sentido de fazer mais mama, e consequentemente aumentar a quantidade e a qualidade do leite produzido por esta mama. É a solução que a natureza encontra para adaptar-se a uma situação conflituosa.

Para entender melhor, tomemos como exemplo o caso de uma mulher que caminha pela calçada segurando seu filho pelas mãos. De repente, a criança se solta e corre em direção à rua onde é pega por um automóvel.

No momento em que a mãe vê seu filho ferido, sofre em termos biológicos um conflito de preocupação mãe-filho, e em uma fração de segundo se ativa um Programa Biológico Especial para este conflito particular. No Gerenciamento BioEmocional (GBE) chamamos este exato momento de DHS (ou Síndrome de Dirk Hamer).

Em outras palavras, o momento do choque emocional vivido em dramaticidade, repentinamente e sem solução aparente.

Um DHS de preocupação mãe-filho sempre impacta a área do cérebro que controla a função das glândulas mamárias em virtude do fato de que, biologicamente falando, uma cria enferma se cura mais rápido quando recebe mais leite. Desta forma, se estimula imediatamente a produção de leite extra, incrementando o número de células das glândulas mamárias.

Mesmo que esta mãe não esteja mais amamentando, o evento aciona esta resposta como ocorre há milhões de anos. Este acontecimento corresponde exatamente ao significado biológico do que está se passando.

Entenda o mecanismo

Enquanto a mulher se encontrar na fase ativa do conflito emocional (o filho acidentado ainda está em risco no hospital), as células mamárias continuarão dividindo-se até produzir o que comumente se chama de “tumor maligno de mama” .

Se a mulher é destra o tumor estará em seu peito esquerdo, e se é canhota estará no direito, levando-se em consideração que na sociedade muitos indivíduos são destros funcionais (canhotos de lateralidade biológica).

Assim que o conflito é resolvido (a criança está fora de perigo), o suposto tumor deixa de crescer. Imediatamente o cérebro entende que já não há mais necessidade de produzir células extras nas glândulas mamárias. Durante a fase de cura, as agora “células supérfluas” são degradadas com a ajuda de micobactérias que estão especializadas para realizar esta tarefa.

Se a fase de reparação não é interrompida, por exemplo com a ativação de um novo estímulo de desproteção ao ninho como um marido ausente, uma situação de traição, uma separação inesperada, etc, o tumor será completamente removido quando o processo de cura estiver terminado. Caso contrário, se os estímulos emocionais continuam impactando a mãe em um ambiente em que ela se encontre desprotegida, o tumor seguirá crescendo.

Muitas mulheres podem se salvar desta grave enfermidade tomando consciência da situação dramática em que vivem, mudar a perspectiva em relação ao meio ambiente e principalmente em relação a forma de ver e perceber a vida.

Mais uma vez, no GBE não importa a circunstância em si mesma, e sim a forma como eu percebo esta circunstância. Podemos acompanhar estas pessoas a um estado mental que lhes permita encontrar os recursos necessários de segurança e livrarem-se dos transtornos, sofrimentos e mutilações que testemunhamos diariamente, todavia, curar-se depende de cada um.

OBS: O Gerenciamento BioEmocional é um método que investiga as origens emocionais dos conflitos que experimentamos durante a vida, sejam eles manifestados através de sintomas físicos ou não. Não encorajamos nenhuma pessoa a desistir de orientações ou tratamentos médicos

4 Comentários
  • Clenir Silva Rodrigues
    Postado às 15:45h, 07 novembro Responder

    Achei a matéria sobre o câncer de mama louvavel.Passei por um agora onde fiz mastectomia total da mama direita.E lendo a matéria me vi diante desses problemas com os filhos e separações e perdas.

    • Carlos Veiga Jr
      Postado às 18:25h, 14 novembro Responder

      Olá Clenir, grato pelo comentário.
      O sentido simbólico de uma experiência, determina o sentido biológico de um sintoma físico.
      Cada pessoa experimenta os dramas de acordo com suas crenças e são elas que determinam o resultado a ser expresso na corporalidade.
      Tomar consciência dos conflitos com parceiro e filhos pode fazer com que qualquer tratamento funcione melhor..

  • Nair do Nascimento Torres
    Postado às 13:29h, 11 novembro Responder

    Pois eu fiz mastctomia bilateral estou sem mamas mais tenho meus filhos e marido que me deram forcas estou curada

    • Carlos Veiga Jr
      Postado às 18:28h, 14 novembro Responder

      Nair, obrigado pelo comentário.
      Encorajamos as pessoas a tomar consciência de seus conflitos, identificar a origem transgeracional de seus dramas, treinar a mente para viver em paz e olhar o mundo perdoado.

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