Conheça o Mantra mais Poderoso do Mundo - Carlos Veiga JR.
935
post-template-default,single,single-post,postid-935,single-format-standard,woocommerce-no-js,ajax_fade,page_not_loaded,,qode-title-hidden,qode_grid_1300,columns-4,qode-theme-ver-13.9,qode-theme-bridge,wpb-js-composer js-comp-ver-5.4.7,vc_responsive
mantra mais poderoso

Conheça o Mantra mais Poderoso do Mundo

Não Sei: o mantra mais poderoso do mundo

Tudo é um só ser, uma só coisa, uma só unidade, experimentando e expressando a si mesma como uma multiplicidade de coisas aparentemente separadas, portanto o que vemos ao nosso redor é apenas o reflexo do que somos nós mesmos.

Quando mudamos a nós, estamos mudando o que está “fora de nós”. O espelho não pode sorrir para você caso você não sorria primeiro. Somos nós que determinamos o que queremos ver no espelho. Porém nossa mente condicionada nos impõe uma força inercial de julgamentos constantemente, não somos capazes de não julgar, e julgar é atacar mentalmente, é fazer cara feia esperando o espelho sorrir, nunca funcionou, não funciona e nunca funcionará.

Podemos sorrir, mas não para ver o sorriso refletido, e sim porque este é o nosso estado natural de ser, quando retomamos este estado, toda nossa realidade muda automaticamente.

Um dos maiores presentes que a Criação nos deu foi que a vida não tem sentido, somos nós que estamos aqui para dar o sentido que queremos a circunstâncias essencialmente neutras.

Nada é construído com um sentido em si mesmo, todas as situações são neutras e o significado que atribuímos intencional ou inconscientemente, determinará como iremos nos comportar diante da experiência, não importando com o que ela se pareça, ou como ela se apresente. O resultado que iremos obter sempre estará de acordo com maneira que eu escolho interpretar. Se interpreto negativamente não poderá se positivo, se vejo positivamente o resultado não poderá ser negativo.

Uma vez que sejamos capazes de eliminar todos os “és” das nossas opiniões negativas, descobriremos que todos eles são valores relativos ao momento. Agiríamos de forma muito mais sã, se trocássemos os “és” por “talvez” em mais frases.

Se usassemos “talvez” no lugar de “é” com mais frequência experimentaríamos um aumento da sanidade absolutamente impressionante.

Um exemplo disso podemos ver todos os dias nos telejornais. Eles nunca dizem talvez, eles sempre tem certeza absoluta, nunca dizem “parece”, sempre dizem “é”. Ao agir e fazer desta maneira nunca levantam a possibilidade de ser um ignorante cósmico e estar divulgando de forma equivocada induzindo opiniões com meias verdades ou mentiras.

Estamos usando a linguagem de forma exessivamente dogmática, o que condiciona nossa mente a aprisionar-se dentro do dogma, permanecendo aprisionados em circuitos neuro-semânticos.

Se formos bem honestos conosco mesmo seremos incapazes de afirmar com absoluta certeza de que sabemos de algo que não presenciamos.

Todavia, nos tornamos repetidores de comentários que ouvimos na TV, na rua, nos jornais, e das pessoas ao nosso redor, sem jamais questionar a fonte de tais informações. Somos repassadores de ideias e posicionamentos, sem auto censura ou auto crítica.

O posicionamento por si só leva a defesa do posicionamento, e esta defesa leva a mente a um estado de ausência de paz. Estamos constantemente optando pelo conflito simplesmente por desistir deliberadamente da paz em função de meias verdades ou mentiras que ouvimos.

Em qualquer momento em que nos damos a oportunidade de examinar qual é a nossa relação com a verdade sobre as circunstâncias, situações e pessoas a nossa volta, poderemos ficar quietos refletindo por alguns instantes até concluir que não sabemos se é verdade ou não.

Não se trata de uma negativa a mais, se trata de agir em consonância com a verdade maior que está na expressão “não sei”.

 

Sem Comentários

Postar Comentário