Fibromialgia - Parte I - Carlos Veiga JR.
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fibromialgia

Fibromialgia – Parte I

Como o GBE vê a Fibromialgia

A fibromialgia é um transtorno que afeta principalmente o mundo feminino. É a representação no corpo de uma profunda desvalorização pessoal vivida em doses diárias de um veneno que já não se sabe mais qual é.

O fel virou mel.

É uma enfermidade que aparece quando eu acredito, sinto e penso que todas as pessoas ao meu redor deveriam ser dependentes de mim, de minhas necessidades, de meus sofrimentos e de tudo aquilo que me passa.

Quero que adivinhem o que me dói e o quanto me dói.

O que é a Fibromialgia

Esta moléstia tem um caráter contraditório.

Aparece quando se vive um grande sofrimento interior, uma sensação de nada valer, um vazio existencial profundo, uma carência de afeto, carinho, contato físico e um grande sentimento de incompreensão.

Fibro: Faz referência ao tecido fibroso de tendões e ligamentos. Fibras ou laços familiares, relações familiares, preocupação com os demais, como se dependessem de mim, e eu deles.

Mio: Faz referência aos músculos, a sustentação, a força, o poder de lutar. Está estreitamente relacionado com a noção de força ou da falta dela, sensação de impotência.

Algia: Faz referência a dor, neste caso a dor emocional que sinto por não me sentir capaz de arcar com todos. Dor que sinto por estas situações familiares, e que se transformam em dores físicas.

Por si mesmo a fibromialgia é um diagnóstico controverso e há autores que afirmam que não deveria ser considerada como uma enfermidade, entre outras razões por não apresentar substrato físico patológico, em outras palavras nenhuma anormalidade nos exames físico e laboratoriais.

Se denomina fibromialgia um conjunto de sintomas e transtornos músculo esqueléticos pouco ou nada compreendidos.

Se caracteriza por fadiga extrema, dor persistente, cefaléia, rigidez de intensidade variável de músculos e tendões, e uma infinidade de outros sintomas psicológicos como insônia, transtornos de memória, também chamados de “lacunas mentais” que podem impedir o funcionamento rotineiro destas pessoas.

Presente em aproximadamente 4% das mulheres entre 20 e 50 anos que possuem um denominador comum: sentem que ninguém lhes dá crédito porque a dor não se pode ver.

E do ponto de vista do GBE?

É comum a procura por entidades ou associações de mulheres com fibromialgia para sentirem-se compreendidas, dizendo a verdade. Fazem da “doença” a razão de viver. Se me curo ninguém prestará atenção em mim, porque não tenho valor.

Em geral são mulheres excessivamente serviçais que necessitam do movimento familiar para se sentirem vivas. Estão bloqueadas na compreensão das relações familiares.

De tanto se intrometer nos assuntos da família, acabo se irritando pela intromissão dos demais na sua vida. Ou seja, ela se mete muito na vida dos familiares e eles se metem muito na dela.

Se por um lado sentem-se bem por conviver com familiares, ser parte da família, sentirem-se protegidas, por outro sentem-se obrigadas a não viver a própria vida, a dar explicações e pedir permissão para assuntos pessoais.

Muitas vezes pode tratar-se de obrigações com um membro da família que incomodou ou incomoda muito.

Há um sentimento de duplo compromisso familiar: devo fidelidade a minha família, porém, esta me incomoda muito. Faço por alguém que gosto, no entanto é aquele que mais me maltrata.

Quero ver por mim mesmo, mas não me dou o direito, porque a família opina de outra forma.

A fibromialgia acontece quando a mulher tem bloqueios para converter impulsos e desejos em ações. Está presa no sentimento de dupla obrigação ou sentimento de estar sendo pressionada por todos os lados, no que se refere ao que é fundamental, essencial ou sagrado para aquela pessoa.
A noção de dupla pressão ou dupla obrigação expressa duas mensagens contraditórias, aparentemente incompatíveis e sem solução.

São crenças muito profundas e que dizem respeito a fidelidade familiar. Crenças enferrujadas, moribundas, anacrônicas, negativas, porém ativas.

Malas alheias que algumas mulheres se sentem obrigadas a carregar e como são alheias e muito pesadas, a sensação é de impotência, com pensamentos constantes como “Não sou capaz” ou “Não dou conta”.

Carregar crenças (malas) alheias pode ser muito cansativo, por isso o cansaço excessivo é o sintoma mais evidente nestes casos.

Recomendamos que abandonem tudo que não diz respeito a própria pessoa e passem a ocupar-se de si mesmo, respeitar-se e aos demais, não intrometer-se onde não foi chamada.

Que deixem de ser carregadoras de malas alheias. Carregar as próprias malas nunca é cansativo.

Amem-se verdadeiramente pela primeira vez na vida.

OBS: O Gerenciamento BioEmocional é um método que investiga as origens emocionais dos conflitos que experimentamos durante a vida, sejam eles manifestados através de sintomas físicos ou não. Não encorajamos nenhuma pessoa a desistir de orientações ou tratamentos médicos

4 Comentários
  • Marta
    Postado às 09:31h, 15 julho Responder

    Muito bom o artigo
    Como ter acesso ao metodo?
    Tenho fibro, fiabetes, esteatose e quero viver sem dores e medos

    • Carlos Veiga Jr.
      Postado às 16:46h, 03 setembro Responder

      Olá Marta tudo bem?

      Fico feliz que tenha gostado do artigo.
      Se você mora no Rio de Janeiro, eu estarei fazendo uma palestra no dia 20/set, na Barra da Tijuca, falando sobre o método e você poderá tirar todas as suas dúvidas.
      Nesse link tem todas as informações: http://bit.ly/palestraGBE

      Espero você lá!

  • Maria Fernanda Herig
    Postado às 23:52h, 30 setembro Responder

    Excelente. Artigo claro e objetivo.

    • Carlos Veiga Jr.
      Postado às 15:20h, 10 novembro Responder

      Muito obrigado Maria

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