Expansão da Consciência: o Fenômeno do Centésimo Macaco - Carlos Veiga JR.
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expansão da consciência

Expansão da Consciência: o Fenômeno do Centésimo Macaco

Expansão da Consciência: o Fenômeno do Centésimo Macaco

A princípio falar de expansão da consciência e de macacos não parece fazer muito sentido. No entanto, existe uma história que ilustra muito bem este efeito.

Uma determinada espécie de macacos do Japão (Macaca Fuscata) vinha sendo observada há mais de trinta anos em estado natural.

Em 1952, os cientistas jogaram batatas cruas nas praias da ilha de Kochima para alimentá-los. Eles apreciaram o sabor das batatas, mas acharam desagradável o da areia. Uma fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio próximo resolvia o problema e ensinou o truque à sua mãe. Seus companheiros também aprenderam a novidade e a ensinaram aos demais.

No outono de 1958, na ilha de Kochima, muitos macacos, não se sabe ao certo quantos, já lavavam suas batatas.

Aos olhos dos cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos da ilha. Entre 1952 e 1958 todos os macacos jovens já haviam aprendido a lavar a areia das batatas para torná-las mais palatáveis. Foi então que aconteceu uma coisa surpreendente, os macacos das ilhas ao redor também começaram a lavar as batatas.

O Fenômeno do Centésimo Macaco e a expansão da consciência

Vamos supor que um dia, ao nascer do sol, noventa e nove macacos da ilha de Kochima já tivessem aprendido a lavar as batatas. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã, um centésimo macaco tivesse feito uso dessa prática.

Então aconteceu!

O acréscimo de energia desse centésimo macaco rompeu, de alguma forma, uma barreira invisível, formou-se um novo holograma de informação.

O hábito de lavar as batatas havia atravessado o mar. Bandos de macacos de outras ilhas, além dos grupos do continente, em Takasakiyama, também começaram a lavar suas batatas.

Ocorreu uma expansão da consciência entre os macacos.

Anos mais tarde outro cientista chamado Rupert Sheldrake chamou o fenômeno de campos morfo-genéticos e deu vários demonstrações do como e quando acontecem.

Expansão da Consciência na espécie humana

Quando um certo número crítico de uma determinada espécie entra em contato com uma nova informação, cria-se um holograma que se expande e atinge a todos os membros da mesma espécie. É o que chamamos de expansão da consciência.

Essa nova informação pode ser comunicada de uma mente a outra, sem barreiras físicas.

O número exato pode variar, mas o Fenômeno do Centésimo Macaco significa que, quando só um número limitado de pessoas conhece um caminho novo, ele permanece como patrimônio da consciência dessas pessoas, mas há um ponto de virada que acontece quando se ultrapassa esse determinado número de indivíduos com a mesma informação, é como uma gota que faz transbordar a jarra.

Uma pessoa, uma única pessoa, que se sintoniza com a nova informação, faz o holograma se expandir de modo que essa percepção é captada por todos, ou quase todos!  Você pode ser o centésimo macaco!

Essa experiência nos proporciona uma reflexão sobre a direção de nossos pensamentos. A ciência já demonstrou que nossa energia segue a mesma direção do nosso pensamento.

Os dois lados da moeda

Grupos de pessoas pensando numa mesma frequência em várias partes do Planeta têm efeitos práticos que já foram demonstrados muitas vezes.

Este acréscimo de energia, pode estar se somando, por exemplo, à violência e ao caos, se você está dando sua atenção e seu pensamento, sintonizado na frequência das informações negativas que geram comoção geral, ou à qualquer área humana de conflito.

Parece coincidência, mas sempre que um crime choca e comove multidões, de imediato outros fatos semelhantes pipocam em diversos lugares, é como uma onda de um tsunami. Ou seja, a expansão da consciência funciona para os dois lados, para o bem e para o mal.

Ao invés de indignar-se diante do crime noticiado, ou posicionar-se direcionando inconscientemente seu pensamento e sua energia para criar o que você não deseja, procure um estado de neutralidade e compaixão, com pensamentos conscientes de amor e perdão. Desligue a TV, não dê atenção a manchetes de jornal, saia da frequência da culpa e do vitimismo, e não alimente ainda mais a insanidade em si mesmo.

Somos igualmente insanos, tanto aqueles que praticam crimes quanto aqueles que se queixam indignados por horas diante dos telejornais, criando hologramas de medo que se materializaram nas mãos daqueles que estão com as armas já engatilhadas. Todos os criminosos têm muito medo, se alimentam dele e o propagam em suas projeções.

Construir um mundo melhor requer ações e decisões pessoais que se juntam para formar novos hologramas como aconteceu com o “centésimo macaco”.

Cada pessoa que se sintoniza na frequência do amor e da compaixão acrescenta uma gota que pode transbordar a jarra, aquele acréscimo de energia que pode gerar uma nova consciência em outros grupos em outras partes do planeta, sem nunca estar em contato físico, apenas por ressonância mórfica.

Cada um de nós que entra em sintonia com a frequência do amor, ajuda a criar futuros potenciais de alegria e felicidade, abundância e paz.

Seja você também um “centésimo macaco”

4 Comentários
  • Maria Fernanda Herig
    Postado às 22:56h, 30 setembro Responder

    Muito bom. O artigo nos convida a ser de fato uma contribuição.

    • Carlos Veiga Jr.
      Postado às 15:21h, 10 novembro Responder

      Realmente a intenção foi essa Maria. Muito obrigado.

  • Leonilde ( Leonna Fontes)
    Postado às 17:16h, 03 outubro Responder

    Conheço essa história do centésimo macaco a anos, e sempre comento com as pessoas, eu e abro para me tornar cada vez mais consciente e ser mais uma na transformar essa massa de consciência distorcida em consciência de paz e amor.

    • Carlos Veiga Jr.
      Postado às 15:19h, 10 novembro Responder

      Obrigado pelo seu comentário e parabéns Leonilde pela sua disponibilidade em aprender.

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