As 4 crenças limitantes que impedem seu crescimento - Carlos Veiga JR.
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crenças limitantes

As 4 crenças limitantes que impedem seu crescimento

Não permita que estas 4 crenças limitem seu crescimento

Existem crenças limitantes que impedem ou atrapalham seu crescimento. Nossa percepção sobre o entorno nos faz ver as coisas de uma forma concreta e particular, uma percepção para cada cidadão.

Nem todo mundo reage da mesma forma quando recebe um trauma no joelho. Uns culpam a mesa por estar muito baixa, outros se insultam odiando-se a eles mesmos, outros riem por não haver calculado bem a distância… e outros se perguntarão: para que bati o joelho contra a mesa?

Esta é a pergunta que nos redireciona a nós mesmos e nos convida a descodificar os sinais que a vida nos dá, aumentando assim o auto-conhecimento. Neste momento podemos nos perguntar:

Frente a quem estou ajoelhando?

A que situação estou me submetendo?

Que circunstância de obediência estou me impondo?

A quem estou sendo uma pessoa submissa, criando para mim mesmo um conflito?

À primeira vista, pode parecer uma perspectiva absurda e sem fundamento, porém é muito simples de entender se transformamos a visão dual, que em geral estamos muito acostumados a reforçar de forma inconsciente, em visão quântica.

Para isso, você precisará conhecer e combater as 4 crenças limitantes abaixo:

1 – A crença na causalidade

Essa é a primeira das crenças limitantes que você precisa se tornar presente. Entenda que nada na nossa vida ocorre por acaso, é produto de má sorte, mau carma ou a cruz que Deus me deu para carregar.

Toda causa tem um efeito, o que significa que nós, como mentes observadoras, somos a causa do que encontramos no mundo e que chamamos de efeito, seja de uma forma ou de outra.

Dito de outra maneira, o que está fora de nós não é causa, é efeito da forma como vemos e interpretamos o mundo. Tudo que está fora fala de nós mesmos.

2 – A crença de que o corpo pode adoecer

A segunda das crenças limitantes tem a ver com qualquer enfermidade, seja ela uma alergia, um câncer, um resfriado ou uma simples acidez de estômago.

Vários estudos evidenciam que as emoções alteram a forma das estruturas moleculares da água. E nosso corpo é composto por 80% de água.

As células respondem a estas alterações emocionais com programas biológicos de adaptação. Chegamos a conclusão de que nós mesmos, enquanto fonte destas emoções, somos os responsáveis do dano causado ao corpo e de que os pensamentos jogam um papel muito importante neste aspecto.

3 – A crença no vitimismo

Essa é uma das crenças limitantes mais poderosas. Muitas vezes assumimos a posição de vítima indefesa, projetando toda responsabilidade da situação que vivemos em alguém ou algo externo a nós.

Por vezes, nos associamos a grupos de pessoas que passam pelo mesmo, apenas para nos sentir identificados, compreendidos e retro-alimentados no sentimento de injustiça e culpa.

Toda vítima necessita de um castigador. E, neste sentido, todo castigador é a vítima da vítima. Se decido jogar o papel de vítima, ao universo abundante e coerente não resta outra saída senão me enviar castigo. Não porque eu mereça, mas, simplesmente porque pedi isso inconscientemente.

O castigador é o representante do grito de socorro de uma pessoa que necessita aprender a respeitar-se, realizar uma mudança de hábitos em sua vida e deixar de ser submissa. Tanto um homem violento como uma mulher violada estão em um programa de extrema desvalorização, e são os dois lados da mesma moeda.

4 – A crença de que a consciência está separada

Chegamos a quarta das crenças limitantes. Nossa essência é a mente universal que forma parte de um todo indivisível, portanto não pode haver separação.

Até mesmo os físicos nos demonstram que todos partimos de uma única singularidade que chamam de Big Bang: um único ponto de onde partiu tudo que conhecemos, onde todos estávamos juntos antes de decidir por esta experiência de separação.

Significa que todos estamos interconectados, ainda que aparentemente não seja assim.

Quando integramos estes conhecimentos podemos usar o perdão como sendo nossa principal ferramenta. O perdão que damos aos demais é o perdão que damos a nós mesmos. Estamos em um mundo dual, jogamos o jogo de perdoar os demais como forma de obter o perdão para nós.

Perdoar, perdoar, perdoar, e quando estivermos cansados de perdoar, começamos a perdoar novamente, para um dia perceber que não havia nada que perdoar, que tudo é e sempre foi como deveria ser, que não poderia ter sido diferente. Neste dia, perceberemos que não existem vítimas inocentes e que, em cada circunstância, cada pessoa desempenha o papel que lhe cabe na consecução da mesma.

4 Comentários
  • Janette Briz
    Postado às 22:20h, 14 fevereiro Responder

    Concordo, acredito e tento nao esquecer no meu dia-a dia. Mas e dificil lembrar a todo momento .

    • Carlos Veiga Jr
      Postado às 18:12h, 14 novembro Responder

      Oi Janette, não se trata de fácil ou difícil, trata-se do quanto vc está disposta a vigiar sua mente. Da mesma forma que levamos nosso corpo para a academia, também ensinamos as pessoas a levar a mente para treinar. A observação rigorosa dos processos mentais durante todo dia, colocando em dúvida todas as crenças abre um espaço para despertar a consciência, é o que estimulamos todos a praticar.

  • Janette Briz
    Postado às 22:31h, 14 fevereiro Responder

    Achei interesante gostaria de ter maiores informacoes .

    • Carlos Veiga Jr
      Postado às 18:14h, 14 novembro Responder

      O blog tem muitos textos que podem lhe ajudar a compreender melhor o funcionamento da mente, recomendo que leia com atenção. Grato pelos comentários

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