Como tratar alergia: a visão do Gerenciamento BioEmocional - Carlos Veiga JR.
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como tratar alergia

Como tratar alergia: a visão do Gerenciamento BioEmocional

Como tratar alergia: a visão do Gerenciamento BioEmocional

Como tratar alergia na visão do Gerenciamento BioEmocional (GBE)? Segundo a medicina convencional, as alergias são doenças que não tem cura, sendo tratadas com cuidados paliativos ou evitando as substâncias que as provocam.

Uma alergia é uma reação desproporcional do sistema imunitário ante uma substância que é inofensiva para a maioria das pessoas, porém em uma pessoa alérgica este sistema trata esta substância (denominada alergeno) como um invasor. A reação provoca sintomas que podem ir desde leves edemas e irritações a problemas mais graves, que podem inclusive trazer perigo de vida.

Na tentativa de proteger o organismo como um todo, o sistema imunológico de uma pessoa alérgica reage contra algo que percebe como ameaça produzindo anticorpos denominados imunoglobulinas E (IgE), que vão atacar o agente agressor.

Estes anticorpos estimulam células chamadas mastócitos para que liberem histamina na corrente sanguínea, causando as reações alérgicas que afetam os olhos, o nariz, a garganta, os pulmões, a pele e o tubo digestivo.

Como tratar alergia em suas diferentes fases

Para saber como tratar alergia, você precisa entender que ela possui sempre duas fases: uma muda e outra ruidosa.

As reações adversas aos alimentos são cada vez mais frequentes na população, afetando entre 1 e 3% dos adultos e entre 4 e 6% das crianças. As alergias tem um sentido simbólico e podem existir em nosso inconsciente em forma de associações diretas, por exemplo, leite-mãe ou glúten-pai.

Nos casos de alergias a medicamentos, há que se ter em conta os estudos sobre Epigenética Condutual, onde se esclarece que uma alergia a um medicamento pode estar relacionada à memória de um ancestral que tenha morrido em consequência de uma má administração do mesmo, não importando se chegamos a conhecê-lo ou não.

Todos somos potencialmente alérgicos e podemos desenvolver uma alergia frente a uma situação estressante que desencadeie um impacto emocional capaz de pôr em alerta todos os sentidos. Estes gravam absolutamente todos os detalhes da primeira situação conflituosa e ativam os programas ancorados na mente inconsciente ante qualquer ameaça de circunstâncias iguais ou parecidas.

Usando o GBE para tratar alergia

Mediante à aplicação do método GBE, temos conseguido excelentes resultados de remissão definitiva do processo alérgico. É necessário investigar a origem das alergias estruturais (transgeracional) e também no útero materno (projeto sentido gestacional). Normalmente a pessoa não encontra relação causa-efeito em uma primeira consulta e nos diz que acredita ser alérgica desde sempre ou que não é consciente de seus primeiros sintomas.

Quando isso ocorre, devemos seguir investigando.

No processo de investigação devemos identificar a fase muda (sem sintomas), e a situação desencadeante, ou seja, o que levou à primeira manifestação. Se isto não for possível, buscamos a última situação em que a alergia surgiu, pois as emoções ocultas são sempre as mesmas.

Devem ser feitas algumas perguntas pertinentes para saber como tratar alergia:

Desde quando?

Com quem estava?

Onde estava?

Que se passa no ambiente?

Ou seja, precisamos montar a “cena do crime”, identificando perfumes, alimentos, lugares, arquétipos como o sol, a água, o leite e o pão, ou coisas que tenham um significado simbólico. Por exemplo, o cachorro = fidelidade, gato = liberdade.

Nas alergias transgeracionais ou de projeto sentido gestacional, a simples tomada de consciência já é suficiente para que a alergia desapareça. Não se passa o mesmo com as alergias conjunturais (idade cronológica). Nestes casos há que se buscar um recurso para mudar a emoção associada ao evento, causando uma  mudança de percepção.

Identificando o significado simbólico da alergia

Os órgãos afetados no momento da reação alérgica servem de orientação para encontrar o sentido biológico dos sintomas, que, por sua vez, funcionam como um guia, de acordo com o GBE. Veja alguns exemplos:

  • a pele significa um conflito de separação ou de contato;
  • uma rinite pode significar que a pessoa afetada pode ter um conflito sexual;
  • se houver vômitos se trata de um conflito digestivo em relação com um problema familiar indigesto
  • se o órgão afetado é a laringe devemos investigar os medos da pessoa, como o medo de expressar algo;
  • se existe lacrimejamento, buscamos por algo que não se quer ou não se pode ver, e assim por diante.
  • Cada pessoa tem sua própria forma de ver o mundo, centrando-se de maneiras diferentes no visual, gustativo, auditivo, digestivo, respiratório, etc.

O inconsciente biológico reage para nos proteger de novas dores emocionais e um processo alérgico pode vir a esclarecer uma dor oculta que não viria à luz dos fatos sem esta preciosa “ajuda”. Assim, tratamos as alergias no método GBE.

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OBS: O Gerenciamento BioEmocional é um método que investiga as origens emocionais dos conflitos que experimentamos durante a vida, sejam eles manifestados através de sintomas físicos ou não. Não encorajamos nenhuma pessoa a desistir de orientações ou tratamentos médicos

3 Comentários
  • Marcello Fernandes Pires
    Postado às 10:03h, 20 abril Responder

    Espetacular, Veiga!
    Sempre muito didático e esclarecedor.
    Obrigado sempre por compartilhar seu conhecimento.
    Abs

    • Carlos Veiga Jr.
      Postado às 19:08h, 21 setembro Responder

      Eu que agradeço pelo comentário Marcello. Fico muito feliz que tenha gostado!

      Grande Abraço

  • Joyce
    Postado às 04:14h, 30 outubro Responder

    Acabei de juntar o quebra-cabeça da história da alergia de minha filha. Descobri que quando sua alergia ao leite começou a apresentar sintomas, eu estava começando a me ausentar para trabalhar e isso for há 8 anos atrás, quando ela tinha 2 aninhos. Hoje, grávida da minha segunda filha e me ausentando do trabalho, descobrimos que a alergia acabou. O gastro que nos acompanhou havia dito que iria passar por volta da pré adolescência mesmo e, coincidência ou não, é o período em que estou mais presente na vida dela e mais ausente no trabalho. Seu texto incrível abriu meus olhos e me despertou muitas coisas. Obrigada por compartilhar seus conhecimentos.
    Abraços,
    Joyce Lima

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