8 Conflitos Emocionais que causam a hipertensão arterial - Carlos Veiga JR.
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causam a pressão alta

8 Conflitos Emocionais que causam a hipertensão arterial

8 Conflitos Emocionais que causam a hipertensão arterial

Existem diversos conflitos emocionais que causam a hipertensão arterial (HTA). A HTA essencial ou idiopática é aquela em que não se pode identificar um fator causal, e representa entre 90 e 95% de todos os casos. Produz de maneira silenciosa, alterações no fluxo sanguíneo ao nível micro e macrovascular e pode afetar a vários órgãos como o coração, rins, sistema nervoso central, olhos ou artérias periféricas.

Embora seja perigosa, é uma enfermidade chamada de muda porque praticamente não produz sintomas visíveis, ainda que às vezes se manifeste com cefaléia, tontura, vertigem, transtornos visuais, zumbidos, hemorragias nasais, palpitações, dores na nuca, entre outros.

Na ótica do Gerenciamento BioEmocional (GBE), existem conflitos biológicos de desvalorização da família, em geral, e uma impotência em relação ao território que causam a hipertensão arterial. Para compreender estes conflitos biológicos temos que considerar vários aspectos.

O coração simboliza o lugar, a casa, os afetos, o território, ou os aspectos limitantes do lugar. As paredes do meu coração são os limites do meu lugar, do meu território. As aurículas são femininas porque recebem o sangue do sistema venoso e o enviam aos ventrículos. Os ventrículos são masculinos porque levam o sangue ao exterior.

OBS: Receber = função feminina / dar = função masculina.

O sangue simboliza a família (real ou simbólica).

Desta maneira, na hipertensão vamos contemplar dois aspectos: um feminino e outro masculino.

Na HTA central ou masculina o conflito de base é: aumentar a pressão para expulsar do meu coração, da minha casa, ou do meu território. “Quero expulsar um membro da minha família para fora do clã.”  Nestes casos, um dos principais sintomas é o aquecimento das mãos.

Na HTA periférica ou feminina, o conflito de base é: devo aumentar a tensão para dificultar o acesso à saída, para evitar que alguém se afaste muito, ou por não querer que alguém entre e forme parte do meu clã. As artérias se fecham aumentando a tensão, e a pessoa tem as mãos frias.

Os conflitos mais comuns que causam a hipertensão arterial são:

  1. Conflito de confinamento: muita gente em pouco espaço.
  2. Conflito de falta de reconhecimento: mulheres que assumem papel masculino.
  3. Desvalorização relacionada ao clã familiar: perda de território vivida com impotência e em estado de submissão. A pessoa se sente forçada e sob as ordens de um dominante.
  4. Conflito de resistência a viver uma situação: sair de casa, do território. Resistir para defender-se.
  5. Necessidade de ser sempre o primeiro ou de estar entre os melhores.
  6. Amargura interior em relação ao amor, decepcionado, fecho meu coração, me endureço, fechar o coração aos membros da família que não me amam.
  7. Conflito de tensão no clã: lutar contra a pressão do clã, lutar para proteger a família.
  8. Conflito de equilíbrio: entre pai e mãe: se a pressão sistólica e diastólica estão muito separadas “quero separar papai de mamãe” se estão muito juntas, “quero unir papai e mamãe”.

Na hipertensão temos que ter em conta os valores e crenças que mantém o conflito, como, por exemplo, as Fidelidades Familiares Invisíveis que levam a pessoa a sentir-se pressionada a cuidar da família ou de um membro em especial. Estas fidelidades impedem a pessoa de romper esta obrigação inconsciente. São chamadas de FFI, ou laços de família. Eu pessoalmente as chamo de nós familiares muitas vezes difíceis de desatar.

A hipertensão arterial é uma desvalorização que afeta as artérias. Tem um papel masculino de ação na responsabilidade de alimentar a família. Quando não atuamos, acumulamos pressão no ambiente familiar.

Podemos também encontrar HTA secundária a problemas renais ou endócrinos. Para investigar estes casos, tomaremos em conta o sentido biológico dos órgãos afetados. São as pistas necessárias para encontrar a causa por trás da Hipertensão Arterial, uma moléstia que assola nossa sociedade como um rolo compressor.

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OBS: O Gerenciamento BioEmocional é um método que investiga as origens emocionais dos conflitos que experimentamos durante a vida, sejam eles manifestados através de sintomas físicos ou não. Não encorajamos nenhuma pessoa a desistir de orientações ou tratamentos médicos.

4 Comentários
  • Maria aparecida
    Postado às 11:14h, 01 março Responder

    Muito interessante!!!

    • Carlos Veiga Jr.
      Postado às 15:09h, 04 abril Responder

      Que bom que gostou Maria!

  • Maria Ascension
    Postado às 08:11h, 28 maio Responder

    Mari muito interessante aprendi pq sou hipertensa

    • Carlos Veiga Jr.
      Postado às 15:32h, 10 novembro Responder

      Muito obrigado Maria

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