Asma e suas origens emocionais - Carlos Veiga JR.
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asma

Asma e suas origens emocionais

Neste artigo vamos falar sobre as relações das emoções com a asma. É uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns. Milhares de pessoas sofrem com esse sintoma, frequentemente, tendo ataques durante a vida inteira.

As principais características da asma são dificuldade de respirar, chiado e aperto no peito, respiração curta e rápida. Esses sintomas podem surgir por diversos motivos como, por exemplo, a prática de exercícios físicos, exposição a substâncias alergênicas, poluição ambiental, ou  mudanças climáticas.

Mas, todos esses são agentes externos. Mas, o que vem a ser a asma do ponto de vista emocional? É o que vamos investigar nesse artigo.

Qual o sentido biológico da asma?

Primeiro vamos dividir a asma em três tipos: asma brônquica, asma laríngea e o ataque de asma.

Asma brônquica é quando o indivíduo inspira com facilidade e tem dificuldade para expirar. A asma laríngea é o contrário: eu inspiro com dificuldade e expiro com facilidade.

E o ataque de asma é quando se combinam os dois conflitos.

Então, vamos separar o ataque de asma, da asma brônquica e da asma laríngea.

Quando o indivíduo desenvolve asma, esse indivíduo possui duas identidades que estão conflitando dentro dele por questões territoriais. Dentro da mente existem duas identidades vivendo um conflito de território.

Nós somos mamíferos e mamíferos são extremamente territoriais. Um mamífero sem território nem mesmo procria. Então, nós somos extremamente territoriais.

E a asma é um conflito de território, onde existe uma ordem é uma contra-ordem. Por um lado existe uma necessidade de compensar determinadas carências emocionais absorvendo mais ar.

Eu tenho necessidade de território, é como se alguém estivesse invadindo meu território.

Então, em termos simbólicos eu tenho necessidade de pegar o meu pedaço de ar como se fosse meu território.

Mas tem muita gente dentro de casa, esse espaço é pequeno já que tem tanta gente respirando. Então, me falta espaço, me falta o território, me falta um bocado de ar.

Esse é um dos conflitos. Por outro lado, se eu respiro posso absorver coisas tóxicas que estão no ar, por isso existe uma ordem e uma contra-ordem.

Uma querendo mais ar e a outra não querendo respirar aquele ar tóxico.

Os conflitos englobam pânico no território, ou seja, alguma coisa me deixa com medo no território.

Nós temos são dois relés cerebrais, sendo que um ativa a musculatura e o outro a mucosa, presentes tanto na laringe como nos brônquios.
Um conflito ataca a mucosa e outro conflito ataca os brônquios.

Conflitos emocionais que causam a asma

Normalmente, nós estamos num conflito onde a criatura se sente ameaçada no território, o que tem a ver com bronquite, enquanto com a laringe é um susto no território.

Se alguém invade meu território, eu fico com medo.

Se aqui não tem espaço para respirar, fico com medo.

Se eu estou com medo de respirar alguma coisa tóxica se reflete na dificuldade da laringe em inspirar, porque posso respirar alguma coisa tóxica.

E o ataque de asma é a combinação dos dois, o que o torna muito perigoso.

Normalmente, o que acontece não são os ataques de asma, e sim a asma brônquica ou asma laríngea.

Por exemplo, quando a mãe tem muito medo medo de morrer, a criança tem ataque de asma, porque a criança manifesta o conflito da mãe.

Muitas vezes, a mãe está vivendo um desespero, de estar vivendo na casa do sogro na casa da sogra, onde mora no quarto ou numa edícula, mora num lugar muito pequeno e tem muita gente ali.

Se a mãe vive esse conflito, então a criança desenvolve a asma por causa do medo. Medo de não ter ar, ou seja, não conseguir respirar nesse espaço com tanta gente em um território tão pequeno.

Isso acaba provocando a asma brônquica e a asma laríngea.

Por exemplo, se estou observando um conflito de território, uma disputa que pode ser entre o pai e a mãe, entre sogro e sogra, entre a sogra e a mãe, posso desenvolver esses sintomas.

Outra situação é quando tem muitas pessoas respirando no mesmo território, e eu não consigo respirar o ar que é meu, ou não quero respirar esse ar tóxico que está me envolvendo, porque aqui tem toxinas que eu não quero assimilar.

A solução é ressignificar as circunstâncias

Você pode ressignificar tudo isso, ao reconhecer que está passando por um desses conflitos, para que não precise mais reviver esses conflitos de ameaça, susto, medo no território.

Porque é você que está criando essa realidade e , se ela não lhe agrada, você precisa mudar em você o que está incomodando do lado de fora.

Além disso, uma vez que essa semente foi plantada lá atrás, é necessário uma vigilância constante para que você não volte a cair nas mesmas armadilhas.

Isso serve para todas as pessoas, mas não quer dizer que apenas esses conflitos são os responsáveis pela pessoa adoecer. Eles são a origem emocional, mas nós sabemos que os sintomas físicos são multifatoriais, dependendo de diversas coisas.

Para desenvolver o sintoma você precisa estar interpretando a circunstância da maneira que descrevemos.

Porque existem pessoas que moram em um quarto e sala com outras 8 pessoas e não sente falta de espaço nem falta de ar.

Por outro lado, você pode morar em uma casa enorme, com um quarto para cada pessoa, e acha que está faltando espaço.

Portanto, depende de como você interpreta, porque cada pessoa interpreta do seu jeito.

Também tem a ver com a sua mãe, quando estava grávida de você, que interpretou falta de espaço como uma ameaça, tem a ver com o que sua mãe e o seu pai viveram, como eles brigaram os seus avós, como os seus avós viveram e passaram essa sensação de briga no território, ataque ou susto no território.

Em resumo, como viveram seus avós, como viveram seus pais e você vive pode influenciar no aparecimento dos sintomas.

Pratique o perdão genuíno

O perdão genuíno é a cura de qualquer sintoma físico ou não físico, o perdão genuíno é o que resolve qualquer coisa, mas para ser genuíno tem que ser aquele perdão que você vê o seu algoz como seu espírito amigo.

Não é aquele corpo que é seu amigo aquele corpo continua sendo o teu carrasco. Aquela pessoa parece que não quer nada com você, parece que é seu inimigo, ela não quer sua amizade, não quer falar com você.

Mas, por trás daquele corpo existe um espírito que é seu amigo, que está me ajudando a ver alguma coisa que eu preciso melhorar em mim.

Por isso, é preciso começar a perceber de outro jeito, abençoar essas pessoas que estão me servindo de espelho, olhar para elas e ver que a solução está nas suas mãos.

Jung dizia que quando a vítima não sai da sua posição de vítima, transforma o carrasco em vítima.

Porque se você está sempre se queixando do outro, se você fica sempre se colocando como vítima, o Universo vai enviar um carrasco para você.

E esse espírito amigo, que hoje é o seu carrasco, não precisaria ser, se você parasse de fazer o papel da vítima.

E não espere que ele deixe de ser o carrasco para você deixar de ser a vítima. Não espere que o outro mude primeiro para depois você mudar. Não é assim que funciona.

Primeiro, você precisa dar para depois receber.

O mundo está em guerra há milênios porque as pessoas ficam esperando que o outro mude, enquanto que o outro fica esperando que você mude. Assim, ninguém muda e as pessoas continuam se matando.

Por isso, para se curar da asma, ou de qualquer outro sintoma, você precisa interpretar de outra forma o que está acontecendo com você. Precisa trazer para você a responsabilidade de mudar e exercer o perdão genuíno para os espíritos amigos que estão ajudando a perceber o que é preciso melhorar em você.

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