As 5 Leis do Caos e como elas influenciam sua vida - Carlos Veiga JR.
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leis do caos

As 5 Leis do Caos e como elas influenciam sua vida

Estamos vivendo em um mundo caótico onde nos passam muitas coisas que não compreendemos e nos perguntamos: porque?

Poderíamos começar a investigar a resposta a esta pergunta aprendendo sobre as leis que governam o caos, e que embora possam ser trazidas à luz nunca possam ser compreendidas.
Leis caóticas dificilmente têm significado e estão, portanto, fora da esfera da razão.
No entanto elas parecem ser um obstáculo à razão e a verdade.
Vamos nos debruçar por um instante sobre elas e olhá-las com calma para que possamos ver o que está além, o que são e o que querem manter.
É essencial que se compreenda para o que servem pois o seu propósito é fazer com que a verdade seja sem significado e portanto atacá-la.
A verdade seria a Infinita Inteligência Universal, a Fonte de Tudo Que Há, a energia que interpenetra tudo, que está em todos os lugares ao mesmo tempo, que sustenta tudo que conhecemos, a estrutura eterna que alguns de nós chamam de Deus por chamar de algo, o que permanece inabalável independente do tempo, a Existência em si mesma que não está sujeita a nada.
Dito de outra maneira: ou se acredita e se confia que exista uma Suprema Inteligência que chamaremos de Mente Divina ou Mente Original, ou este texto perde o sentido.
A princípio esta parece ser uma escolha fácil para a maioria de nós, no entanto se nos perguntarmos se Deus é real ou se é uma estória muitos hesitaremos logo de início, desde que sejamos honestos ao responder.
Por definição a verdade é o que nunca muda, portanto se algo muda não pode ser verdade, pode até representar algo do momento, circunstancial, mas nunca a verdade em si mesma. Só pode ser verdade o que é eterno e imutável, e neste caso este mundo não passa de uma ilusão que os Hindus chamam de Maia, já que aqui tudo muda constantemente, aqui tudo perece, nada resiste ao assalto implacável do tempo. O próprio A. Einstein afirmou que a realidade em que vivemos é uma ilusão de ótica da consciência Vale ressaltar, portanto, que estas 5 leis do caos não governam nada além deste mundo de ilusão que criamos para nós mesmos portanto não se faz necessário quebrá-las já que não se pode quebrar ilusões, podemos simplesmente olhá-las e ir além.

Conheça as 5 Leis do Caos

1) A VERDADE É DIFERENTE PARA CADA UM.

Repetimos esta lei muitas vezes em nossa vida dizendo a outras pessoas que: “Minha verdade é diferente da sua” sem nos dar conta do quão sem sentido são estas palavras.
Como uma verdade pode ser diferente de outra se a verdade é uma só, caso contrário não poderia ser verdade?

Um contra senso evidente que passa despercebido via de regra. Pontos de vista podem ser diferentes, mas, verdades diferentes obviamente indicam que nenhuma delas pode ser verdade.

Cada um de nós estabelece isso para si mesmo e faz com que seja verdadeiro através do ataque ao que o outro valoriza. Isto se justifica com base em que os valores são diferentes porque se originam de “verdades diferentes”.

2) NENHUM DE NÓS PODE DEIXAR DE PECAR

A partir deste princípio certos pecados jamais podem ser perdoados e assim devem ser punidos com o ataque daqueles que o veem com outras verdades.

Este princípio estritamente relacionado com o primeiro é portanto a exigência de que estes pecados devem ser punidos e não corrigidos pois o “pecador” está além do perdão.

O erro, agora transformado em pecado não perdoável é assim interpretado como uma sentença irrevogável a qual nem mesmo Deus tem o poder de superar.

O pecado então é a crença de que o Filho de Deus pode cometer equívocos pelos quais sua própria destruição vem a ser inevitável.

Em outras palavras: o Filho de Deus criou um sistema de pensamento que diz que nem mesmo Deus pode perdoá-lo, ou seja a cria dizendo ao seu Criador o que ele pode ou não fazer. Ilógico.

3) O MEDO A DEUS

O medo a Deus aparenta ser razoável e se faz real devido ao que o Filho de Deus fez a ambos, a si mesmo e ao seu Criador, tornando-se um pecador imperdoável.

A arrogância em que se baseiam as leis do caos não pode ser mais evidente do que aqui, o filho diz ao Pai Celestial como ele deveria se comportar.

Aqui está estabelecido um princípio que se originou na mente dividida e confusa do Filho de Deus que pretende definir o que o seu Criador deve ser, o que ele tem que pensar, no que ele tem que acreditar, e como ele deveria responder acreditando nisso, e nem mesmo se considera necessário perguntar-lhe acerca de verdade do que foi estabelecido.

Seu Filho pode dizer-lhe isso e ele portanto não tem escolha senão aceitar a palavra de seu Filho, ou estar equivocado.

Esta terceira lei nos conduz diretamente a uma crença absurda e oculta que parece fazer com que o caos seja eterno pois se Deus não pode estar equivocado ele tem que aceitar a crença de seu Filho acerca do que ele acredita que é, e odiá-lo por isso.

Agora vemos como o medo de Deus é reforçado por este terceiro princípio e agora tornou-se impossível voltar-se para ele e pedir ajuda pois ele se tornou o “inimigo” que causou a miséria e a quem é inútil apelar.

O conflito então se faz inevitável e a salvação não pode deixar de ser impossível porque o salvador veio a ser o inimigo e a vingança veio ocupar a vontade de Deus no lugar do perdão.

A partir de onde tudo isso começa não há nenhuma ajuda à vista que possa ser bem-sucedida e só a destruição pode ser o resultado já que o próprio Deus está ao lado dela para dominar seu Filho.

Não penses que o ego fará com que sejas capaz de achar um meio de escapar do que ele quer.

O ego só valoriza aquilo que ele toma dos outros e isto nos conduz a quarta lei do caos e se as outras forem aceitas esta não pode deixar de ser verdadeira:

4) A CRENÇA SEGUNDO A QUAL TENS AQUILO QUE TOMASTE DE OUTROS

Esta crença pode tomar muitas formas de expressão e uma das mais comuns são os relacionamentos humanos chamados românticos onde um vem a ser o controlador da vontade do outro.

Para que um tenha algo este algo este deve ser tomado do outro. Neste tipo de relacionamento há sempre uma dominância oculta e velada. Um sempre domina e controla o outro ainda que não seja consciente disso o que os faz “inimigos”.

Para que um seja feliz tem que tomar para si a liberdade do outro. Liberdade de ação, de palavras e muitas vezes até de pensamentos.

Há uma infinidade de outros exemplos de como fazer “inimigos” em nossos relacionamentos não românticos. Relacionamentos interpessoais de trabalho, amizade, família, etc…

Através disto a perda do outro vem a ser o meu ganho pois inimigos não dão voluntariamente um ao outro e nem buscariam compartilhar as coisas que valorizam. Todos os mecanismos da loucura são vistos aqui.

Agora há uma vaga questão não respondida e ainda não explicada: O que é essa coisa preciosa, essa pérola de valor inestimável, esse tesouro secreto a ser arrancado com justa ira deste inimigo tão traidor e astuto?

Não pode deixar de ser aquilo que queremos mas que nunca achamos e agora “compreendemos” a razão do porque não o achamos. Porque isto foi tomado de nós por esse inimigo e escondido onde nunca pensaríamos sequer em olhar.

Ele ocultou em seu próprio corpo fazendo dele o esconderijo daquilo que me pertence o que vem justificar a crença de que vale a pena atacá-lo para que eu possa ter aquilo que me pertence e a sua traição exige castigo. Nós só atacamos em autodefesa.

Mas o que é isso que queremos que merece ataque?

Como podemos estar certos de que nosso ataque é justificado a não ser que saibas para que ele serve?

Aqui é onde surge o princípio final do caos para “resgatar”

5) EXISTE UM SUBSTITUTO PARA O AMOR

Aqui entronizamos um novo “deus” o medo.

Através de um sistema de crenças baseado no medo encontramos a “saída” e a justificativa para atacar nossos irmãos e para não acreditar no amor incondicional do Pai estendido a seus Filhos para que fosse usado.

A ilusão do medo em que a consciência se encontra aparentemente desconectada da Fonte faz com que seja possível viver atacando nossos irmãos com condenações das mais variadas.

Tomamos como certas coisas das quais não temos nem a mínima noção. Chegamos a matar e a morrer por nossas idéias mostrando quão insanos estamos.

Incorporamos ao nosso sistema de crenças definições tomadas com base no título da matéria sem ler seu conteúdo, e o fazemos com uma convicção de aplaudir de pé.

Esta é a mágica que irá curar toda nossa dor, o fator que faltava em toda nossa loucura e que a faz “sã”.

Esta é a razão pela qual não podemos deixar de atacar. Eis aqui o que faz com que nossa vingança seja justificada. Eis aqui revelada a dádiva secreta do ego arrancada do corpo do nosso irmão, ali escondida na malícia e no ódio para ser dada a quem a dádiva de fato pertence.

Desta forma nosso irmão sempre quer nos privar do ingrediente secreto que daria significado a nossa vida.

O substituto para o amor nascido da nossa inimizade para com o nosso irmão tem que ser a salvação, porém não há nenhum substituto para o amor.

Depositamos no medo todo nosso estoque de definições falsas a respeito do que interpretamos como sendo real e seguimos defendendo ferozmente posições mentais sem nenhuma certeza em um jogo insano do ego que luta para reforçar a si mesmo.

Ninguém quer a loucura e ninguém fica apegado a própria loucura se vê que é isso o que ela é.

O que protege a loucura é a crença em que ela é verdadeira.

É a função da insanidade ocupar o lugar da verdade, ela tem que ser vista como verdade para que acreditemos nela, e se a insanidade agora veio a ser a verdade então necessariamente seu oposto que antes era a verdade agora não pode deixar de ser loucura.

Tal reversão onde a loucura é sanidade as ilusões são verdadeiras o ataque é benignidade e onde o ódio é amor é justamente a meta a que servem as leis do caos.

São estes os meios pelos quais as leis de Deus aparentam estar revertidas.

Estas não parecem ser as metas do caos pois através da grande reversão elas aparentam ser as leis da ordem.

Para que se acredite no caos suas aparentes leis tem que ser percebidas como reais, sua meta de loucura tem que ser vista como sanidade.

O medo com lábios cinzentos e olhos que não veem, cego e terrível ao ser contemplado é erguido ao trono do amor. No trono de Deus-Amor agora está seu conquistador moribundo, o salvador da salvação.

No amor não existe medo, onde um aparece o outro desaparece e não há meio termo. Ao entronizar um destronamos o outro e o que temos é aquele que aceitamos porque dentro do caos foi o que desejamos ter.

A não ser que compartilhemos de algo nada pode existir e nós existimos porque a Suprema Inteligência Universal compartilhou a sua vontade conosco para que suas criações pudessem criar livremente.

Se o próprio Criador não condena as criações de seus Filhos como nós podemos condenar qualquer atitude humana sem expressar arrogância? Deus condenaria sua própria criação?

Quanta arrogância manifestamos ao condenar nossos irmãos e a quem nos criou utilizando umas leis caóticas que se fizeram passar pela verdade.

Este mundo é sonho e acreditamos que podemos pensar sem afetar aqueles que estão a parte de nós. Ninguém pode pensar a margem de todos porque no sonho os corpos podem aparentar estar separados mas as mentes sempre estarão unidas.

Acreditamos que nossos pensamentos são privados, não são. A força de qualquer coisa são os pensamentos que se compartem. Todos os pensamentos por mínimos que sejam tomam forma em alguma realidade.

Temos sido tolerantes demais com nossos devaneios.

Do ponto de vista do julgamento que o ego faz nos vemos separados uns dos outros. Também é assim que nos diz a física de Newton onde há um observador que está observando o universo como se não interferisse com ele. Assim não se pode entender nada.

A mudança radical na forma de pensar que estamos propondo aqui é no sentido de que todos formamos parte de todos porque todos somos uma só mente atada “ad aeternum” à Fonte Criadora que chamamos de Deus.

Formamos parte da mesma equação ainda que neste plano de existência a consciência não seja capaz de ver a si mesma como unidade e só seja capaz de se ver como corpo e mente.

Pensamos equivocadamente que somos o corpo e interpretamos tudo desde este ponto de vista distorcendo a verdade sobre quem somos e principalmente renunciando a verdade de Deus.
Inequivocamente negamos a Deus.

O fato de uma pequena parte da mente estar sob jugo do ego nunca será capaz de tirar de Deus a outra parte. O ego rejeita esta ideia e isto se traduz na nossa dúvida sobre se Deus é uma verdade absoluta ou uma estória como qualquer outra.

Acreditar em Deus é como gravidez.

Não se pode estar 99,999999% grávida, assim como não se pode confiar em Deus desconfiando, no fundo nunca conheci alguém que confia 100% naquilo que não é capaz de ver, a maioria das pessoas confunde acreditar em Deus com temer a Deus.

Se eu aceito que Deus é a verdade total chego a conclusão de que não sou capaz de ver a verdade, consequentemente o que sou capaz de ver é o contrário da verdade que é a mentira, segundo os Hindus, Maia o véu da ilusão.

Da mesma forma se aceitamos sem sobra de dúvida que Deus é amor acabo chegando a conclusão de que não somos capazes de ver o amor e se não sou capaz de ver o amor o que estou vendo é o oposto do amor que é o medo. É precisamente isto que nos dá mais medo.

Não me assusta que tenhamos medo da vontade divina.

Somos mente unida experimentando a divisão, um sonho de medo, uma forma da Mente Divina poder conhecer a si mesma através do seu oposto. O amor cria a ilusão do medo para poder saber quem é, sem os opostos isto não seria possível.

O corpo simplesmente nunca existiu é feito de átomos e estes são vazios. Estamos em uma realidade virtual. Segundo Einstein o que vemos e interpretamos é a ilusão ótica da consciência mergulhada em um universo holográfico.

O ego se entende como corpo. Se ele aceita que o corpo não existe, em teoria ele aceita que ele mesmo não existe, e isto ele não quer aceitar.

Compreender que não somos o corpo não é fácil nem difícil. Do ponto de vista do ego é impossível. A mente dividida entre certo e errado jamais levará isto à consideração. Só despertando a Consciência de unidade será possível reconhecer que a separação entre os Filhos de Deus não existe.

Esta em cada um de nós identificar como estas 5 leis interferem em nosso comportamento diário e, com a nossa simples observação de seu funcionamento desastroso vê-las desvanecer e sumir como ilusão que nunca deixaram de ser.

“A capacidade de pensar de forma diferente é mais importante do que o conhecimento adquirido”

David Bohm – físico quântico 1917-1992 Estadunidense, Britânico e Brasileiro.

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