Anemia na visão do Gerenciamento BioEmocional! - Carlos Veiga JR.
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Anemia na visão do Gerenciamento BioEmocional!

Entenda como o GBE vê a anemia.

Como temos observado nos textos que compõem esta página, nosso corpo reage de formas diferentes dependendo da maneira como cada um vive os conflitos. Com a anemia não é diferente. O que se apresenta dramático para uns, outros sequer percebem.

O importante é tomarmos consciência e identificar quais programas herdamos de nossos antepassados, que nos fazem atrair certas experiências às nossas vidas. Assim, conseguiremos mudar emocionalmente e tomar as decisões de sermos responsáveis de cada situação, cada pensamento e cada ação.

A partir desta compreensão evitamos cair na ilusão da separação (dualidade) na qual vemos os demais como culpados de tudo que nos acontece e de que nós não temos nada a ver com o que nos rodeia.

Tomemos como exemplo um das enfermidades sanguíneas, a anemia. O sangue arquetipicamente representa família, que se compõe de glóbulos vermelhos, brancos, plaquetas e plasma. Particularmente, a anemia é um sintoma que está relacionado com uma alteração nos glóbulos vermelhos.

A função dos glóbulos vermelhos, também chamados de hemácias, é transportar oxigênio para as células e recolher o dióxido de carbono produzido como dejeto, para ser eliminado.

O que acontece em nossa biologia quando há carência de hemácias é que a quantidade de oxigênio que chega às células diminui, e a isto se chama anemia.

A anemia é um sinal de autodesvalorização

Quando buscamos os conflitos emocionais que estão relacionados com a anemia encontramos sempre a autodesvalorização, em suas diferentes formas:

Desvalorização de si mesmo na família: “Eu incomodo esta família”.
Desvalorização de si mesmo em relação ao que a família me faz viver. “Me afogo nesta família”.
Desvalorização de si mesmo em um ambiente de vida ou morte na família. “Tenho que viver o menos possível nesta família”.

Nos casos específicos de anemia ferropriva, que acontecem por deficiência de ferro para produzir hemoglobina, o conflito consiste em uma desvalorização por não poder fazer o que se deve em relação a uma ação concreta. Conflito por não fazer o que é justo, segundo minhas crenças, definições e valores.

Nada disso é racional, ou racionalizável. Tudo é simbólico e arquetípico na linguagem da mente inconsciente.

É o inconsciente biológico das células que vem se adaptando há milhões de anos para garantir a sobrevivência da própria célula. O ambiente em que vivemos hoje é diferente, mas as leis biológicas nunca mudam.

Se há falta de ferro, pode ser que haja alguém em minha família a quem eu não quero que chegue oxigênio, já que esta pessoa não me permite estar na minha razão.

Outros conflitos emocionais relacionados ao sangue

Outro sintoma relacionado com irregularidades das hemácias é a talassemia, caracterizada por uma produção anormal de hemoglobina (proteína responsável por carregar oxigênio). Neste caso, o mais comum é encontrar histórias transgeracionais de carência, tais como não ter o mínimo para sobreviver, memórias de necessidades básicas de subsistência. Ex: ter que se desfazer de filhos porque não há o suficiente para alimentar a todos.

Por outro lado, a policitemia que é caracterizada por um excesso na produção de hemácias (seria o contrário da anemia), está relacionada com um conflito de querer levar mais vida a alguém, normalmente pais, filhos, parentes ou amigos que estão enfermos, deprimidos ou mortos, relaciona-se com ter mais oxigênio para reter a vida.

Com relação às plaquetas, temos duas situações distintas: plaquetas demais ou plaquetas de menos.

Os conflitos biológicos onde há diminuição do número de plaquetas (plaquetopenia) estão relacionados com a falta de coesão na família, ou seja, dificuldades em manter a família unida.  Podem surgir porque a pessoa se acha incapaz de conservar a união do clã familiar.

Por outro lado, quando há um número muito elevado de plaquetas os conflitos estão relacionados a sentir-se prisioneiro da família, sensação de ferida aberta, excesso de responsabilidade, real ou simbólica, com a família, aliada a uma sensação de que a família sangra meu tempo, quando eu gostaria de usá-lo para mim. Mas, não sei como abandonar minhas obrigações.

Aqui encontramos os casos mais graves de embolias de membros inferiores e pulmonares.

Concluindo…

Há uma série de outras patologias encontradas no sangue como discrasias sanguíneas, leucopenia, agranulocitose, anemia aplástica e outras que não abordaremos aqui. No entanto, há que se ter em conta que todas as enfermidades do sangue estão diretamente relacionadas a uma desvalorização vivida no seio familiar.

Muitas vezes estas autodesvalorizações não são interpretadas assim por serem conflitos de Conversões Repetitivas Mínimas, onde a pessoa que sofre já não relaciona mais o fato corriqueiro com sua desvalorização, pois está tão acostumada com aquilo que entende como normal, absorvendo de forma natural um golpe mínimo, porém diário.

“Perdoa o teu irmão por todas as aparências, que não são senão antigas lições que ensinaste a ti mesmo sobre o pecado em ti”. UCEM

Dia 27 de janeiro estaremos em São Paulo para mais uma Palestra Presencial sobre o método do Gerenciamento BioEmocional e como suas emoções e seu inconsciente estão afetando sua saúde.

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