A importância da avó materna - Carlos Veiga JR.
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importância da avo materna

A importância da avó materna

A importância da avó materna

Entender a importância da avó materna é a chave para entender a transferência de informações e programas que carregamos inconscientemente durante toda vida.

Quando nossas avós estavam grávidas de nossas mães, o feto em formação já carregava os dois ovários que continham os óvulos com os quais ela iria se desenvolver. Um destes óvulos tem seu nome.

Este pequeno óvulo que está nos ovários de sua mãe, dentro do ventre de sua avó, recebe todos os impactos emocionais que esta senhora vivencia.

Nossas mães, como feto, e nós, como óvulos, estamos sujeitos a toda sorte de experiências traumáticas vividas por nossas avós maternas.

Esta é a essência do processo de transferência de informações.

Conflitos transgeracionais

Estes impactos emocionais estão relacionados à forma como foram vividas estas experiências, ex: se era o momento adequado de ter filhos, se a gravidez foi desejada, se sentia-se protegida por seu marido, se havia suspeita de traição, se havia ninho (território), se haviam suficientes recursos financeiros, se as condições de saúde eram as adequadas, etc.

É importante ressaltar que as experiências em si mesmo são neutras apesar de sua carga de dramaticidade. O que é decisivo neste caso é a forma como cada um vê e experimenta cada circunstância. Ex.: se eu acho que estou sendo traído, meu inconsciente não quer saber se é verdade ou não, vive como real e ponto. Se meu marido passa o dia todo trabalhando eu posso viver esta situação como desproteção ou mesmo abandono.

Que necessidades biológicas não estavam cobertas pela avó no sentido de sobrevivência, proteção, valorização pessoal e de relacionamentos interpessoais?

Todas estas informações e muitas outras ficam gravadas em forma de engramas em cada célula do feto, das quais uma é você. É conhecido como memória celular.

Algumas vezes escutamos falar que a genética salta uma geração, aí está a explicação.

E por que a avó e não o avô?

Porque os espermatozóides se renovam a cada dia, ao contrário dos óvulos que permanecem os mesmos durante toda a vida adulta. Além disso, os óvulos carregam um tipo de informação que não está presente nos espermatozóides, o DNA mitocondrial.

E você, o que sabe da sua avó materna?

 

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12 Comentários
  • Sueli Alves da Silva
    Postado às 10:39h, 22 janeiro Responder

    Conheçi minha avó materna mas nunca soube nada sobre suas experiências vividas;
    Não sei nada dos meus antepassados seria legal saber algo que me ajudasse esclarecer muitas coisas inclusive de onde herdei a genética da doença lúpus.

    • Carlos Veiga Jr
      Postado às 17:52h, 04 abril Responder

      Olá Sueli, não faz falta que vc não tenha informações sobre seus avós, basta que vc olhe para suas experiências atuais e perceba que tudo é uma repetição. Para investigar o Lupus o ideal seria uma consulta privada. Se vc se interessar entre em contato com Mariana pelo telefone 21-999590222

  • IEDA FERNANDES
    Postado às 09:33h, 02 março Responder

    😪😪😪😪 FIQUEI EMOCIONADA 😪😪😪LINDO TEXTO JAMAIS IMAGINEI QUE ERA ASSIM DE TAMANHA IMPORTÂNCIA NA VIDA DO MEU NETINHO LINDO GABRIEL 😍😍😍

    • Carlos Veiga Jr.
      Postado às 15:52h, 11 março Responder

      Olá Ieda
      Fico muito feliz que tenha gostado!
      Grande abraço

  • Ana Lima
    Postado às 05:54h, 10 março Responder

    tenho muito interesse por tudo que sentimos,pensamos e consequentemente fazemos .,,,,

    • Carlos Veiga Jr
      Postado às 17:55h, 04 abril Responder

      Obrigado pelo comentário, nosso blog pode ressonar contigo em muitas informações.

  • Sandra
    Postado às 18:06h, 04 outubro Responder

    Interessante!…. E de onde advém essa tua conclusão????

  • Katiuce
    Postado às 22:11h, 15 dezembro Responder

    Muito interessante!
    Gostaria de ler mais sobre essas informações, aprofundar, vc sugere alguma referência?!

  • Catarina
    Postado às 23:11h, 16 julho Responder

    Olá ! Estou no treinamento a nova medicina e estou com dúvidas sobre as aulas. Na aula um, me surgiu uma dúvida quanto a percepção. Como separar/distinguir a percepção dos fatos da necessidade de controle dos fatos? Realmente tenho que aplicar a percepção a tudo? Como alcançar o equilíbrio?
    Na aula 2, fiz minha árvore e pude observar padrões. Meus bisavós maternos moravam em Portugal. Meu bisavô veio para o Brasil.. Não conheceu minha avó materna. Ela nasceu exatamente no dia em que ele chegou no Brasil. Minha bisavó ficou com minha avó e minha tia avó. Algum tempo depois, minha bisavó foi para o Brasil (achou que meu bisavô já estava com outra família). Deixou minha avó e minha tia avó em Portugal dos seus 3 aos 11 anos. Cada uma ficou em uma casa de um parente nesse período. Minha bisavó era uma mulher muito controladora e rígida, segundo relatos da minha avó. Minha avó materna só veio para o Brasil com 11 anos.
    Outro fato que me chamou a atenção é que minha avó já abortou. Meu avô traiu a minha avó. Meus pais se separaram quando eu tinha meses de idade, por conta de uma traição..
    Enfim, eu tenho um teratoma benigno em cada ovário. Descobri somente com dezoito anos através de exames de rotina, após ter tido a minha primeira relação sexual Nesse relacionamento, também fui traída.
    Não estou conseguindo definir bem a relação dos teratomas com esses padrões. Aliás, há relação? Enxergo que tenha relação com essas mulheres da minha família, uma vez que é um tumor que surge de células germinativas, que dão origem aos óvulos. Mas em que sentido? O que o meu inconsciente está tentando solucionar?
    Tem a ver com a questão dos filhos terem causado sofrimento? Pensei na possibilidade de ser o sentimento de culpa da própria criança em virtude de situações vividas pela mãe.
    Obs: ninguém na minha família teve tumores no ovário, e nem nos testículos. Nesta “região”, minha tia por parte de mãe já teve endometriose e, dos irmãos, foi a única que não teve filhos. Minha avó materna já teve mioma.
    Gostaria de entender o teratoma, por favor.
    Obrigada!

  • Catarina
    Postado às 23:15h, 16 julho Responder

    Complementando… Minha avó só conheceu o meu bisavô com 11 anos de idade, quando chegou no Brasil.

  • Catarina
    Postado às 23:26h, 16 julho Responder

    Olá ! Estou no treinamento a nova medicina e estou com dúvidas sobre as aulas. Na aula um, me surgiu uma dúvida quanto a percepção. Como separar/distinguir a percepção dos fatos da necessidade de controle dos fatos? Realmente tenho que aplicar a percepção a tudo? Como alcançar o equilíbrio?
    Na aula 2, fiz minha árvore e pude observar padrões. Meus bisavós maternos moravam em Portugal. Meu bisavô veio para o Brasil.. Não viu minha avó materna nascer. Ela nasceu exatamente no dia em que ele chegou no Brasil. Minha bisavó ficou com minha avó e minha tia avó em Portugal. Algum tempo depois, minha bisavó veio para o Brasil (achou que meu bisavô já estava com outra família). Deixou minha avó e minha tia avó em Portugal dos seus 3 aos 11 anos. Cada uma ficou em uma casa de um parente nesse período. Minha bisavó era uma mulher muito controladora e rígida, segundo relatos da minha avó. Minha avó materna só veio para o Brasil com 11 anos e, finalmente, conheceu o seu pai (meu bisavô).
    Outro fato que me chamou a atenção é que minha avó materna abortou antes de ter a minha mãe. Minha mãe é a primogênita. Quando minha avó teve minha mãe, ela ficava no Rio de Janeiro e meu avô em Teresópolis trabalhando. Depois foram morar juntos. E meu avô traiu a minha avó. Meus pais se separaram quando eu tinha meses de idade, por conta de uma traição…
    Enfim, eu tenho um teratoma benigno em cada ovário. Descobri somente com dezoito anos através de exames de rotina, após ter tido a minha primeira relação sexual Nesse relacionamento, também fui traída.
    Não estou conseguindo definir bem a relação dos teratomas com esses padrões. Aliás, há relação? Enxergo que tenha relação com essas mulheres da minha família, uma vez que é um tumor que surge de células germinativas, que dão origem aos óvulos. Mas em que sentido? O que o meu inconsciente está tentando solucionar?
    Tem a ver com a questão dos filhos terem causado sofrimento? Pensei na possibilidade de ser o sentimento de culpa da própria criança em virtude de situações vividas pela mãe.
    Obs: até onde eu sei, ninguém na minha família teve tumores no ovário, e nem nos testículos. Minha tia por parte de mãe já teve endometriose e, dos irmãos, foi a única que não teve filhos. Minha avó materna já teve mioma.
    Gostaria de entender o teratoma, por favor.
    Obrigada!

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