A força do pensamento na causa das enfermidades e na sua cura - Carlos Veiga JR.
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A força do pensamento na causa das enfermidades e na sua cura

A força do pensamento pode curar você

A força do pensamento, em conjunto com nossas emoções e crenças, é capaz de transformar nossa biologia. Somos as únicas criaturas na superfície da Terra que possuímos tal poder.

Nossas células estão constantemente observando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles, processam todas as experiências, metabolizando-as de acordo com pontos de vista pessoais. Nosso cérebro e sistema nervoso funcionam em unidade, não conhecem a palavra “não”, não sabem nada sobre a dualidade, desconhecem o certo e o errado, e gerenciam todas as células de acordo com a interpretação que damos aos fatos.

Em outras palavras, nosso cérebro, que é o “gerente” do corpo, não se apega ao fato em si, e sim a interpretação do fato, reagindo imediatamente no sentido de dar a solução mais adequada ao estresse desencadeado pela necessidade biológica não atendida.

Isto nos coloca diante de uma série de perigos inconscientes já que nossas vidas não se baseiam em fatos, mas apenas nas suas interpretações.

Um exemplo: se meu filho disse que iria chegar às 23:00h e já são 00:00h, meu coração começa a bater mais rápido e alguns pensamentos começam a aparecer na minha mente. E, ainda que meu filho esteja feliz e contente nos braços de sua namorada, meu cérebro acata como real o estresse emocional que eu vivo por estar interpretando negativamente o atraso.

Um pensamento depressivo pode arrasar nosso sistema imunológico, enquanto acalmar-se, ao contrário, pode fortalecê-lo tremendamente.

A alegria se estabelece mediante coerência emocional.

Por coerência emocional podemos entender: penso A, falo A, e faço A.

O que nos coloca enfermos é justamente: pensar A, falar B, e fazer C.

Projetar incoerência me obriga a experimentar incoerência, já que o campo quântico, que é sempre coerente, nos devolve exatamente o que projetamos.

A lembrança de uma situação triste ou negativa, libera os mesmos hormônios e neuro-peptídeos do estresse vivido anteriormente. Para o cérebro, que vive no presente, tudo está ocorrendo, ainda que seja somente uma recordação.

Alguém que está deprimido projeta tristeza por todas as partes do corpo, fazendo com que o cérebro altere a produção de neurotransmissores (peptídeos). A partir daí, o ciclo do sono é interrompido, os receptores na membrana das células se adaptam a uma possível ameaça, o sangue se torna mais viscoso e até as lágrimas contém componentes químicos diferentes das lágrimas de alegria.

Todo este perfil bioquímico será modificado a medida que a pessoa entre em coerência consigo mesma e esteja disponível e disposta a mudar suas crenças limitantes, entre elas, de que é possível que as coisas aconteçam por azar, mau carma, falta de sorte, ou a cruz que Deus me deu para carregar, lembrando aqui que a Divindade, infinita sabedoria universal, é amor, e o amor não distribui cruzes.

Mantemos um sistema de crenças conflitantes que nos impede de estar em um estado biológico saudável. Acreditamos que sim e que não ao mesmo tempo, que devo ir, e não devo simultaneamente. Digo sim quando quero dizer não, faço quando não quero fazer, e não faço o que quero.

A melhor forma de entrar em um estado de coerência é não posicionar-se frente ao que quer que seja. Compreender que não temos todos os dados necessários para condenar e escolher a paz duradoura como forma de vida.

Quando olhamos para o mundo com um olhar inocente, livre de condenações, entramos em um estado de não confrontação que dá oportunidade às nossas células de experimentarem a sensação de relaxamento.

Neste estado, o sistema adreno-corticotrófico (luta-fuga) se desliga e voltamos a crescer. As células do nosso corpo tem um relógio que diz a hora de “morrer” e dar lugar a outras mais jovens que vão substituí-las, em um processo chamado apoptose celular.

O surgimento destas novas células depende essencialmente de que o cérebro não reconheça nenhum ataque real ou simbólico naquele momento. No caso de estarmos frente a um inimigo, ou interpretarmos algo como ameaça, o sistema nervoso interrompe o crescimento das células e desvia todo seu metabolismo para defender-se de um possível ataque.

Antes fugíamos de leões, hoje fugimos de chefes e patrões, reais ou imaginários, na família e no trabalho. Vivemos em um estado de estresse constante preocupados com ameaças reais e, principalmente, irreais. Somos bombardeados por notícias alarmantes a cada instante, vivemos sob a ditadura do medo, e isto faz com que as células não se renovem.

A glândula supra renal, responsável pelos hormônios do estresse (adrenalina e noradrenalina) trabalha sem descanso e o corpo não se renova porque a prioridade é a defesa.

A imensa maioria dos medos que nos ocorre é irreal, são só pensamentos originados de crenças irracionais, não são ameaças reais. Depois de um tempo esquecemos daquele assunto e passamos a ter medo de outra coisa. Somos os únicos animais que tememos coisas que não estão acontecendo.

Voltar ao estado de crescimento e saúde depende de não entrar na “praça de guerra”. Dito de outra forma: manter-se na neutralidade frente as percepções do mundo, sem assumir posições à defender; basicamente, não cair na armadilha da condenação.

Quando estamos condenando e criticando, nosso inconsciente (que é inocente) não entende que estamos apontando para fora, e manda a fatura para o corpo pagar, é sempre auto-condenação. Podemos parar de enviar boletos ao corpo, cada vez fica mais caro e doloroso. A física quântica nos demonstra que a realidade externa é só uma ilusão de ótica da Consciência.

O processo de envelhecimento também pode ter sua velocidade diminuída em função do quanto sejamos capazes de estar em estado de presença no agora, em coerência emocional, e com sentimento de gratidão. O agora é o único instante que temos, o único momento em que a vida acontece. Para a mente que pensa que necessita defender-se, o presente torna-se um estorvo, algo que não tem valor, uma pedra no caminho.

Não reconhecemos este instante precioso, nunca damos atenção ao agora, sempre estamos tratando de nos antecipar no sentido de não ser atacados por perigos iminentes. John Lennon dizia:  “vida é o que acontece enquanto estamos ocupados fazendo outros planos”. Quando estamos pré-ocupados estamos como mortos respirando.

Podemos nos desligar da ilusão do futuro, algo que não existe, e deixarmos de lado todo aprendizado inútil do passado. No presente, todas as circunstâncias são novas e nada do que sabemos nos ajudará, no presente somos ignorantes. A sabedoria universal sempre nos dá a informação que necessitamos a cada momento, nunca um segundo antes, nem um segundo depois, informação não se atrasa, nem se adianta. Acreditar na vida e não na morte, como nos foi ensinado.

Shakespeare não estava sendo metafórico quando disse através de seu personagem Próspero: “Somos feitos da mesma matéria que os nossos sonhos”

Quer saber como estará seu corpo hoje? Então, lembre-se do que pensou e sentiu ontem…

Quer saber como estará seu corpo amanhã? Observe seus pensamentos e emoções hoje.

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